A situação dos reféns israelenses mantidos pelo Hamas na Faixa de Gaza mantém-se como ponto central das negociações por trégua, especialmente depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluir a libertação dessas pessoas como prioridade em sua proposta de cessar-fogo.
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Segundo autoridades israelenses, aproximadamente 20 reféns ainda permanecem vivos no território de Gaza. O grupo terrorista também mantém os corpos de cerca de 25 outros sequestrados. Imagens divulgadas pelo Hamas exibem reféns em estado debilitado, o que aumenta a preocupação sobre a sobrevivência das vítimas.
Hamas reforça incertezas sobre prazos
O plano de cessar-fogo que Trump apresentou no mês passado determinava a liberação de todos os reféns, vivos ou mortos, em até 72 horas após o acordo. Como Israel já aceitou o plano há nove dias, não há clareza sobre o novo prazo para o cumprimento dessa determinação.
O Hamas afirmou que a devolução dos corpos dos reféns mortos exigiria tempo, pois seria necessário recuperá-los dos lugares de enterro. Grande parte dos sequestrados em 7 de outubro de 2023 já foi libertada em trocas por prisioneiros palestinos realizadas durante dois períodos de cessar-fogo.
Pelo menos oito reféns conquistaram a liberdade por meio de operações militares israelenses. Conforme investigação do The New York Times, mais de 36 reféns perderam a vida durante o cativeiro. Segundo dados oficiais, os sequestradores executaram sete reféns durante a aproximação de soldados israelenses, e ataques aéreos mataram outros quatro.
O Exército israelense informou que matou três reféns por engano, ao confundi-los com militantes palestinos. Outro refém morreu baleado durante um tiroteio. Nos demais casos, as autoridades ainda não esclareceram as causas das mortes.
Trocas e compromissos previstos no acordo
Pela proposta de Trump, depois da libertação dos reféns, Israel se comprometeria a libertar 250 presos condenados à prisão perpétua e outros 1,7 mil palestinos de Gaza detidos depois de 7 de outubro de 2023. O plano também prevê que, para cada refém israelense cujos restos mortais forem devolvidos, Israel libertará os restos mortais de 15 moradores de Gaza falecidos.
O cronograma exato para a soltura dos prisioneiros israelenses, contudo, permanece indefinido.
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Reféns “perderam a vida”…. o correto é FORAM ASSASSINADOS !!!!