O Irã direcionou a maior parte de sua ofensiva militar aos países do Golfo Pérsico desde o início do conflito, no sábado 28.
Levantamento do Instituto de Estudos de Segurança Nacional de Israel aponta 1.815 ataques contra cinco nações árabes até esta terça-feira, 3. Desses, 527 envolveram mísseis e os demais, drones.
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Israel registrou 113 barragens vindas do território iraniano no mesmo período. Os números indicam mudança no eixo da guerra.
Irã pressiona aliados dos EUA no Golfo
Teerã concentra ações contra países que abrigam bases norte-americanas na região.
Os Emirados Árabes Unidos aparecem como principal alvo, com 998 ataques registrados. O governo local afirma ter interceptado a maioria dos projéteis.
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Outras nações do Golfo também relataram explosões ou acionamento de sistemas de defesa aérea.
Em Israel, os ataques iranianos tornaram-se menos concentrados nos últimos dias, enquanto Tel-Aviv ampliou bombardeios contra estruturas militares no oeste do Irã.
Até o momento, 13 pessoas morreram em Israel e outras 13, nos países do Golfo. No Irã, segundo o Crescente Vermelho, os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel deixaram 787 mortos.
A escalada amplia o risco de envolvimento direto das nações árabes e aumenta a possibilidade de expansão regional do conflito.
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O Comando Central dos Estados Unidos fez uma publicação nesta terça-feira, no X, na qual afirma que o regime iraniano está usando “lançadores móveis para disparar mísseis indiscriminadamente, numa tentativa de causar o máximo de danos em toda a região”, diz trecho do texto. “As forças norte-americanas estão caçando essas ameaças e, sem hesitação ou desculpa, estamos eliminando-as.”
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