O governo do Irã planeja usar tecnologia de reconhecimento facial em locais públicos para identificar e reprimir mulher que não esteja cumprindo a nova lei sobre o uso de hijab, véu que cobre a cabeça de mulheres muçulmanas.
A medida foi aprovada pelo presidente do país, Ebrahim Raisi, em 15 de agosto, quase um mês depois do “Dia do Hijab e da Castidade”, data comemorativa marcada por protestos. Na ocasião, mulheres iranianas publicaram vídeos nas redes sociais sem o véu islâmico em ônibus e trens.
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“O governo iraniano há muito brinca com a ideia de usar o reconhecimento facial para identificar pessoas que violam a lei”, afirma Azadeh Akbari, pesquisador da Universidade de Twente, na Holanda, em entrevista ao jornal britânico The Guardian. “O regime combina formas violentas ‘antiquadas’ de controle totalitário vestidas com novas tecnologias.”
O hijab foi declarado item obrigatório depois da revolução do Irã, em 1979, quando os islâmicos xiitas, liderados pelo aiatolá Rouhollah Khomeini, derrubaram o governo do xá Reza Pahlevi, no poder desde a década de 1940 e aliado dos EUA.
Em julho, o Irã foi palco de manifestações de mulheres contra o aperto na lei de imposição ao véu. Vídeos postados nas redes sociais mostram iranianas sofrendo ataques por não usarem o hijab no transporte público. Sepideh Rashno, uma jovem de 28 anos, foi presa por “vestir-se inadequadamente”.
“Uma grande parte da população iraniana está agora neste banco nacional de dados biométricos, já que muitos serviços públicos estão se tornando dependentes de identidades biométricas”, afirma o pesquisador Azadeh Akbari. “Então o governo tem acesso a todos os rostos; eles sabem de onde as pessoas vêm e podem encontrá-las facilmente. Uma pessoa em um vídeo viral pode ser identificada em segundos.”
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Lembremo-nos de que o molusco é amigo dos fundamentalistas islâmicos, todos eles, inclusive defende o Hamas (para quem seu governo enviou milhões) e já apareceu todo sorridente ao lado do Ahmadinejad. Lula sempre manteve muito bom relacionamento com ditadores islamistas e se for eleito, não só teremos o Iran por aqui (como aliás já fazem exercícios militares na Venezuela), mas também corremos o risco de ver a Sharia prosperar por aqui, coisa que seria muito de seu agrado, machista nojento e abjeto que ele é.
Que religião dos infernos.