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O juiz Tony Graf adiou a decisão sobre o assassinato de Charlie Kirk e determinou que a acusação e a defesa de Tyler James Robinson apresentem manifestações por escrito até uma nova audiência marcada para 1º de setembro. Durante as audiências preliminares, foram apresentadas evidências, incluindo DNA de Robinson na arma do crime e imagens dele no campus da Utah Valley University.
O juiz Tony Graf adiou a decisão sobre o caso do assassinato de Charlie Kirk. Em vez das alegações finais previstas para esta sexta-feira, 10, ele determinou que acusação e defesa de Tyler James Robinson apresentem manifestações por escrito sobre a existência de elementos suficientes para que o processo avance para julgamento.
O juiz marcou uma nova audiência para 1º de setembro, às 10h, quando as partes farão sustentações orais. Depois disso, o magistrado decidirá se Tyler Robinson irá formalmente a julgamento pela morte de Kirk.
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A decisão dependerá das provas apresentadas durante cinco dias de audiência preliminar. Nessa etapa, o juiz avalia se a acusação reuniu evidências suficientes para que o caso prossiga.
As audiências também marcaram a primeira vez em que a viúva de Charlie Kirk, Erika, e os pais dele estiveram no tribunal diante de Robinson. Os promotores afirmam que ele matou Kirk em setembro de 2025.
Charlie Kirk participava de um evento da Turning Point USA na universidade quando foi baleado no pescoço, em 10 de setembro de 2025.
Provas contra Tyler Robinson
Segundo a acusação, exames periciais identificaram o DNA de Robinson na arma que do crime. O tribunal também analisou imagens que mostram quando o acusado entra no campus da Utah Valley University e sobe ao telhado de um prédio antes do ataque.

Durante a audiência, também foram exibidos trechos do depoimento de Lance Twiggs, ex-colega de quarto de Robinson. Segundo o relato, um dia depois da morte de Kirk, o acusado demonstrou arrependimento e disse que gostaria de que “não tivesse feito isso”.
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A defesa, no entanto, concentrou sua estratégia em questionar a confiabilidade dos testes de DNA apresentados pela acusação.
Durante os depoimentos, o juiz pediu que os advogados mantivessem o foco na análise das evidências necessárias para decidir se o caso deve seguir para julgamento. “Não precisamos percorrer 100 milhas por um caminho quando apenas 1 milha é necessária para determinar se há causa provável”, explicou. “Convido vocês a redirecionarem o foco. Não estou tentando limitar suas teses, mas preciso me ater à análise da causa provável.”
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