O militante brasileiro Thiago Ávila será interrogado por autoridades de Israel depois de ser detido em uma flotilha que seguia para Faixa de Gaza. A informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores israelense nesta sexta-feira, 1º.
Ávila foi capturado na quinta-feira 30, junto a outros ativistas, sob suspeita de atividade ilegal. As autoridades não detalharam as acusações.
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Além dele, o palestino Saif Abu Keshek também será interrogado, sob suspeita de ligação com organização terrorista. Os demais participantes da flotilha foram levados para a Grécia.
Outros detalhes

A ação envolveu cerca de 175 ativistas, segundo autoridades, ou 211, conforme os organizadores. O grupo estava em aproximadamente 20 embarcações interceptadas por forças israelenses no Mediterrâneo Oriental.
Os ativistas chegaram a um porto no sudeste de Creta e foram escoltados pela guarda costeira grega até uma cidade não informada. Em nota conjunta, o Itamaraty e governos de outros países condenaram a operação e classificaram a ação como violação do direito internacional.
O chanceler israelense, Gideon Saar, afirmou que houve acordo com a Grécia para permitir o desembarque dos passageiros no país.
Militante foi acusado de assédio sexual
O ativista brasileiro Thiago Ávila, uma das lideranças da chamada “Flotilha da Liberdade”, associada à mobilização internacional de Greta Thunberg, foi acusado de má conduta sexual durante a mais recente viagem rumo à Faixa de Gaza. As informações são do jornal norte-americano New York Post.
Segundo a publicação, o ativista pró-Palestina teria se envolvido sexualmente com ao menos três voluntárias durante a travessia. As denúncias teriam partido de integrantes da própria missão, conforme relatos divulgados pelo veículo.
De acordo com o jornal dos Estados Unidos, voluntárias relataram comportamentos inadequados atribuídos a uma liderança da embarcação. A denúncia inicial teria partido do grupo palestino Heart of Falastin, que afirmou que o ativista brasileiro teria mantido relações sexuais com múltiplos voluntários durante a viagem.
“Não uma pessoa. Não duas”, afirmou a organização em publicação apagada nas redes sociais. “Três indivíduos diferentes.”
As acusações envolvem três mulheres que integravam a missão no mesmo período.
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Joga numa cadeia e deixa aí.