Militares dizem ter assumido o poder na Guiné, mas governo nega

Tiros foram ouvidos pelas ruas da capital do país; paradeiro do presidente é desconhecido
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Militares circulando nas ruas de Conakry, capital da Guiné (05/09/2021) | Foto: Mídias Sociais
Militares circulando nas ruas de Conakry, capital da Guiné (05/09/2021) | Foto: Mídias Sociais

Militares da Guiné, país de 12 milhões de habitantes na África Ocidental, afirmaram ter dissolvido o governo e abolido a Constituição do país. O comunicado aconteceu neste domingo, 5, em uma transmissão na TV estatal.

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Fontes da agência Reuters disseram que uma unidade de elite do exército, liderada por Mamady Doumbouya, ex-militar francês, era a responsável pelos ataques. Outras agências internacionais noticiaram relatos de tiros pelas ruas de Conakry, a capital do país.

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Ministério de Defesa nega golpe

O Ministério da Defesa afirma que o ataque ao palácio presidencial não teve sucesso. “A guarda presidencial, apoiada pelas forças de defesa e segurança leais e republicanas, conteve a ameaça e repeliu o grupo de agressores”, afirmou em nota. No entanto, o paradeiro do presidente Alpha Condé é desconhecido.

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