Nadador trans quebra recordes femininos em competição da categoria

Lia Thomas, ex-Will Thomas, já disputou contra homens
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A nadadora trans Lia Thomas | Foto: Divulgação
A nadadora trans Lia Thomas | Foto: Divulgação

Atleta, Lia Thomas tem impressionado o público. Aos 22 anos e parte do time de natação da Universidade da Pensilvânia (EUA), vem quebrando recordes no esporte universitário desde que passou a integrar o time feminino.

Lia já competiu na categoria masculina por três anos, quando ainda se chamava Will Thomas. Transexual, Lia trocou de grupo e passou a competir com mulheres, visto que se enxerga como uma.

No último fim de semana, na competição Zippy Invitational in Akron, realizada no Estado Ohio, Lia fez um tempo de 1 minuto e 41 segundos no 200-yard freestyle (o equivalente à competição de 200 metros livres).

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Em linhas gerais, Lia ficou sete segundos à frente da segunda colocada, cravando o tempo mais rápido do país, de acordo com a universidade. No domingo, a nadadora trans registrou mais uma pontuação favorável.

Lia venceu o 1650-yard freestyle (1500 metros livres) com o tempo de 15 minutos e 59 segundos, mais de 38 segundos à frente de Anna Kalandadze, que ficou em segundo lugar, garantindo mais um recorde universitário.

Leia também: “Quando o movimento LGBT passa a odiar uma trans”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 59 da Revista Oeste

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29 comentários Ver comentários

  1. As mulheres não deveriam participar mais destas competições „mistas“. Por mais que um homem faça „tratamento“ hormonal, ele não sofre as alterações no ciclo hormonal como as mulheres e a capacidade cardiorespiratória continua ser a de um homem. Este recorde é resultado de um jogo roubado, simples assim.

      1. Muito simples. Só se autodeclarar de um gênero e participar do que bem entender. Mas quando a pessoa for bitranskialgbtyzxw poderia jogar em todas os lados? Tipo masculino, feminino e outro “neutro” q for criado?

    1. Se for aqui neste nosso paiséco, vão ser processadas por discriminação de gênero… e ainda é capaz de darem a medalha para a/o/x trans por WO dos demais.

  2. Para homens são tempos medíocres. Mudou de lado para conseguir sucesso. Conseguiu o que queria trapaceando e ainda vira ” idola” da mídia.

  3. É gozado, por quê não acontece o contrário, ou seja, alguma menina passar para o time dos meninos e bater recordes??? Tomem vergonha na cara e vençam por merecimento e não por gambiarras!!!

  4. É uma aberração. O cara é homem, nunca vai deixar de ser homem, mas como sempre se frustrou em esportes com homens, virou trans, para competir contra mulheres de verdade. É algo abominável. É um verdadeiro desrespeito com as mulheres.

  5. Ok! Ok!! Pq as mulheres trans não se inscrevem para jogar contra Messi, Cristiano Ronaldo, Federer, Louis Hamintom, MC Gregor, Minotauro e por aí vai! ? Bater recorde de mulher, sendo homem, é fácil! Esse aí foi um fracassado junto aos homens.

  6. Fico aqui, pensando na frustração das mulheres e competidoras Que ficaram nas posições abaixo, deve ser bem desagradável…… Agora eu não vejo nenhuma mulher trans que se sente homem competindo com os homens. Porque será?

  7. As mulheres cromossômicas XY, deveriam não participar de competições com “mulheres”XX, assim a disputa fica justa pois as diferenças entre XY e XX são óbvias,

  8. A humanidade entrou definitivamente na Era da Hipocrisia Global. Dezenas de atletas foram punidos e perderam seus troféus e seus recordes por terem sido pegos no exame anti-doping, que nada mais era do que ingerir doses elevadas de hormônios, o que tornava a disputa injusta com os outros atletas.
    Agora, um homem carregado desses mesmos hormônios disputa contra mulheres, levando uma vantagem colossal, mas agora pode, porque é politicamente incorreto criticar qualquer ação ligada ao LGBQTcetera. Final dos tempos.

  9. Isso é uma palhaçada um homem competindo, contra as mulheres. Seu corpo exterior hoje é feminino, mas seus gens, são masculino e isso é o que importa.

  10. Eu só quero saber onde tudo isso vai parar. Essa insanidade, essa falta de critério, esse descaso com o bom senso, com o esporte, com as competidoras e com o princípio da competitividade. Isso aí é uma falta de absurdo.

  11. agora sim o esporte feminino está em um nível mais elevado, acredito que vai ser uma revolução para nós torcedores, podermos ver mulheres que superam recordes um atrás do outro e com performance dignos de bons atletas masculinos.
    Devemos agradecer a Deus por esta dádiva, a capacidade masculina de quebrar recordes em todos os esportes e em qualquer modalidade, xupa mulherada…

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