Pfizer negocia medicamento contra a covid com 90 países

Em testes, pílula mostrou reduzir em 89% o risco de hospitalização ou morte em pacientes com alto risco de doença grave
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O preço médio do tratamento deve girar em torno de R$ 3,8 mil
O preço médio do tratamento deve girar em torno de R$ 3,8 mil | Foto: Reprodução/Pixabay

A farmacêutica Pfizer está negociando com 90 países contratos para fornecimento da pílula experimental contra a covid-19. As informações são do presidente-executivo da farmacêutica, Albert Bourla.

Trata-se de um antiviral que bloqueia uma enzima que o coronavírus precisa para se replicar, chamado Paxlovid. Os estudos mostraram que o medicamento diminuiu o risco de hospitalização ou morte em 89% dos casos, quando usado em pacientes com maior risco de desenvolver sintomas graves da covid.

O executivo da farmacêutica afirmou que a Pfizer deve definir o preço do tratamento próximo ao valor do medicamento em desenvolvimento pela rival MSD, o molnupiravir.

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O preço de contrato da Merck nos Estados Unidos para sua pílula molnupiravir é de cerca de US$ 700 (R$ 3,8 mil) para um período de cinco dias de terapia.

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5 comentários Ver comentários

  1. Até que enfim estão aprovando o tratamento precoce. Viva!
    O problema do nosso “kit” era usar medicamentos baratos.
    Essa ciência é muito política para o meu gosto.

  2. Tivemos até agora(outubro) 22.ooo.ooo de casos de covid com 610.ooo mortes. Até agora, desses 22.ooo.ooo, 3.8oo.ooo foram hospitalizados. 18.2oo.ooo não foram hospitalizados, ou seja, 83%. O novo remédio evita só 89% das hospitalizações? Ou evitaria 89% das hospitalizações fis 3.8oo.ooo? Não ficou claro.

  3. Ivermectina com nome chique. Brincadeira, mas o que mais assusta é que as vacinas foram finalizadas e aprovadas coincidentemente no mesmo mes e esses remédios milagrosos foram finalizados e aprovados também juntos. Não é estranho? As coincidências são enormes. Estão fazendo a população mundial de idiotas e todos aceitam. Se dizem qud um medicamento é bom, nem precisa dd testes. Se dizem que é ruim, também nem precisa de testes. Desde que as bigtechs e políticos “progressistas” aprovem.

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