PIB no Reino Unido recua 2% no primeiro trimestre

Os britânicos já estão se preparando para aquela que promete ser uma recessão histórica, visto que o impacto econômico da pandemia tende a ser muito pior no segundo trimestre.
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O Parlamento britânico em Londres | Foto: Flickr/Parlamento Britânico
O Parlamento britânico em Londres | Foto: Flickr/Parlamento Britânico | O Parlamento britânico em Londres

Número é melhor que o esperado pelos economistas; expectativa é de queda de até 25% no segundo trimestre

O Parlamento britânico em Londres
O Parlamento britânico em Londres | Foto: Flickr/Parlamento Britânico

Por causa das medidas tomadas para frear o avanço da pandemia do coronavírus, o Reino Unido registrou queda de 2% em seu PIB no primeiro trimestre de 2020 em comparação com o último de 2019. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 13, pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

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Essa é a maior queda no PIB trimestral britânico desde o quarto trimestre de 2008, em meio à crise financeira internacional. Somente em março, o PIB retraiu-se 5,8%, de acordo com os dados da ONS divulgados pelo portal G1.

Embora tenha sido uma queda forte, foi menor do que a expectativa de economistas ouvidos pela agência Reuters e inferior ao declínio de 3,8% que as economias da zona do euro sofreram no período. Cabe destacar que o Reino Unido só começou a suspender muitas atividades em 23 de março, depois de vários países do bloco europeu.

Recessão histórica

Os britânicos já estão se preparando para aquela que promete ser uma recessão histórica, visto que o impacto econômico da pandemia tende a ser muito pior no segundo trimestre. De acordo com o painel publicado por Oeste, o Reino Unido figura em segundo lugar em relação ao número de mortes e em terceiro quanto a casos confirmados de pessoas contaminadas com coronavírus.

O Banco da Inglaterra divulgou na última semana que a expectativa é que a queda do PIB no segundo trimestre chegue a 25%, levando ao maior declínio da economia britânica em mais de 300 anos.

“Temos de defender o emprego das pessoas, sua renda, sua subsistência neste momento e apoiar empresas para que possamos passar por esse período de forte disrupção e sair mais fortes do outro lado”, afirmou o ministro das Finanças do Reino Unido, Rishi Sunak, informa o G1.

 

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