Reino Unido desconfia que a China mente sobre o coronavírus

Número de casos na China seriam de "de 15 a 40 vezes" mais altos do que o divulgado.
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Bandeira do Reino Unido e da China | Foto:Sergeant Paul Shaw LBIPP/Wikimedia
Bandeira do Reino Unido e da China | Foto:Sergeant Paul Shaw LBIPP/Wikimedia | Reino Unido - China - Hong Kong

Número de casos no país asiático seria “de 15 a 40 vezes” mais alto, segundo cientistas ouvidos pelo governo britânico

Bandeira do Reino unido e da China
Bandeira do Reino Unido e da China | Foto:Sergeant Paul Shaw LBIPP/Wikimedia
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O governo do Reino Unido está furioso sobre como a China está lidando com o coronavírus. Segundo o Bussines Insider, um oficial britânico afirmou que deve acontecer um “acerto de contas” com Pequim quando a crise terminar.

A China é acusada pelos britânicos de espalhar desinformação sobre a severidade da epidemia em suas fronteiras. Cientistas alertaram o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, sobre a probabilidade da nação asiática ter forjado números para ocultar a real extensão da epidemia, que seria “de 15 a 40 vezes” mais casos de infectados do que foi divulgado. Até o momento, a China confirma 81.439 casos.

Ontem, domingo, 29, o ministro do Gabinete, Michael Gove, expôs a questão em uma entrevista à BBC: “é o caso que algumas das informações que veem da China não são claras sobre a escala, a natureza e a infecciosidade disso”, afirmou.

Embora o governo chinês tenha divulgado que ocorreram 3.304 mortes em decorrência do coronavírus, os crematórios da cidade de Wuhan contabilizaram de cerca de 42.000, segundo a Radio Free Asia.

Para o governo de Boris Johnson está claro que a China busca expandir o seu poder mundial ao oferecer ajuda a nações que estão sofrendo com o coronavírus. A diplomacia terá de ser repensada, e um acerto de contas irá acontecer, segundo autoridades britânicas ouvidas pelo Daily Mail.

Como forma de represália, o primeiro-ministro já pensa em reconsiderar a permissão para que a gigante chinesa Huawei  desenvolva a rede 5G do Reino Unido. Caso tome essa decisão, Johnson ainda agradaria o seu principal aliado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirma ser perigoso deixar essa tecnologia na mão de uma empresa chinesa.

 

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