Em discurso na 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou os resultados de suas políticas externas e domésticas, criticou a atuação das Nações Unidas e afirmou que o país vive o que chamou de “Era de Ouro da América”.
O republicano declarou que, em apenas oito meses de gestão, conseguiu transformar a imagem do país. “Um ano atrás, nossa nação estava em apuros, mas hoje somos o país mais forte e respeitado do mundo — ninguém chega perto”, disse. Ele destacou o crescimento econômico, o controle das fronteiras, o fortalecimento das Forças Armadas e as alianças internacionais como pilares de suas ações.
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Trump afirmou ter encerrado “sete guerras intermináveis” em sete meses — feito que, segundo ele, nenhum outro líder mundial alcançou. Também citou os Acordos de Abraão, assinados em seu primeiro mandato, e afirmou que, embora muitos digam que ele mereça o Prêmio Nobel da Paz, considera que “o verdadeiro prêmio é salvar vidas ao pôr fim a conflitos”.
Trump diz que atuação da ONU se limita a “palavras vazias”

Ao criticar a ONU, acusou a entidade de se limitar a “palavras vazias” diante de crises.
“A ONU tem potencial tremendo, mas, na prática, só escreve cartas duras, sem agir. O que resolve guerra é ação”, afirmou, acusando ainda o organismo de ‘financiar ataques contra países ocidentais e suas fronteiras’.
Trump também endureceu o tom sobre terrorismo e imigração. Disse que o “maior patrocinador de terror do mundo” jamais poderá ter armas de destruição em massa e defendeu a deportação imediata de migrantes que violem leis ou apresentem pedidos de asilo fraudulentos.
Para reforçar sua crítica ao modelo de fronteiras abertas, citou dados sobre estrangeiros em prisões da Europa, como na Alemanha e na Suíça. “Quando suas cadeias estão cheias de falsos refugiados que retribuíram bondade com crime, é hora de acabar com esse experimento fracassado”, afirmou.
Outras medidas contra guerras
No cenário internacional, Trump pediu unidade contra o Hamas, exigindo a libertação de reféns, e ameaçou impor tarifas pesadas à Rússia caso não haja acordo de paz — desde que países europeus apoiem a medida com embargo total à energia russa.
O presidente também ofereceu “a mão da liderança e amizade norte-americanas” a qualquer nação disposta a se unir aos Estados Unidos em busca de um mundo “mais seguro e próspero”.
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