A derrubada do atual governo iraniano foi apresentada pelo presidente Donald Trump como a solução mais adequada para diminuir a tensão no Oriente Médio. Trump voltou a falar sobre esta questão, enquanto conduz negociações sobre o programa nuclear de Teerã e intensifica o posicionamento militar norte-americano no Oriente Médio.
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A declaração foi feita nesta sexta-feira, 20, depois de uma cerimônia na base de Fort Bragg, na Carolina do Norte. Ao comentar o cenário político iraniano, Trump disse: “Parece que essa seria a melhor coisa que poderia acontecer.” Indagado sobre quem deveria assumir o poder no país, afirmou que não pretendia abordar esse tema.
Em junho de 2025, depois dos ataques de Israel ao Irã, complementados pelo dos EUA, Trump disse que o regime quase ruiu e que a vida do aiatolá Ali Khamenei ficou por um fio. Ele deu a entender que demoveu Israel de matar o líder religioso iraniano.
“Eu o salvei de uma morte muito feia e vergonhosa.”
A declaração do norte-americano foi considerada desrespeitosa pelo governo do Irã. O atual diálogo diplomático entre EUA e Irã começou no início de fevereiro, em Omã. A iniciativa da Casa Branca busca restringir o desenvolvimento nuclear iraniano e prevê a possibilidade de ação armada caso não haja acordo. Paralelamente às tratativas, forças norte-americanas foram deslocadas para áreas próximas ao território iraniano, incluindo aeronaves e embarcações militares, com foco nas capacidades nucleares do país.
Segundo a Reuters, com base em fonte não identificada, representantes dos EUA, entre eles Jared Kushner, genro do presidente, e o enviado especial Steve Witkoff participariam de reuniões com autoridades iranianas em Genebra.
O envio de um grupo de ataque liderado por porta-aviões ao Oriente Médio ampliou as alternativas militares disponíveis ao governo norte-americano. Trump afirmou que o reforço continuaria e declarou: “Um poder tremendo chegou, e mais poder adicional, outro porta-aviões, será enviado em breve, e veremos se conseguimos resolver isso de uma vez por todas.”
EUA, Israel e Irã
A pressão atual ocorre depois de operações realizadas no ano anterior, quando EUA e Israel atingiram instalações nucleares iranianas. Embora o presidente tenha afirmado na ocasião que o programa atômico havia sido destruído, Washington voltou a condicionar o alívio de sanções à assinatura de um novo acordo.
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Segundo Trump, a preferência do governo é evitar novo confronto militar por meio de entendimento diplomático. Ao descrever a posição norte-americana nas negociações, afirmou: “Não queremos nenhum enriquecimento [de urânio]”.
O presidente também avaliou que as conversas podem se estender por até um mês. Em encontro recente com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discutiu propostas relacionadas à redução da influência militar iraniana na região. Trump classificou a reunião como “muito boa” e afirmou que, neste momento, prioriza a continuidade das negociações.
Petistas que assinam s Oeste.
Chegou a hora. O Aiatolá está chamando vocês para lutar pela democracia Iraniana.
Não sejam pegos de surpresa dessa vez!
Ou podem ir abanar bandeira do LGTV na frente da embaixada dos Estados Unidos. Eles se importam muuuiitooo. Ninguém fica rindo de vocês lá dentro.