Uma dose do pensamento de Jordan Peterson

Em vídeo publicado no Twitter, psicólogo clínico canadense explica quais são os deveres de uma universidade
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O canadense Jordan Peterson é psicólogo clínico
O canadense Jordan Peterson é psicólogo clínico | Foto: Reprodução/Flickr

O canadense Jordan Bernt Peterson, de 59 anos, é professor universitário e psicólogo clínico. Autor de livros como 12 Regras Para a Vida, Além da Ordem e Mapas do Significado, Peterson ficou conhecido depois de se recusar a usar o pronome de gênero neutro dentro da Universidade de Toronto. Por isso, foi perseguido por estudantes, professores e militantes.

De lá para cá, o trabalho do psicólogo clínico ganhou musculatura não apenas em seu país de origem, mas também nos Estados Unidos e no Brasil. Com mais de 2,2 milhões de seguidores no Twitter, Peterson publica diariamente textos e vídeos sobre filosofia, arte e política.

Em uma de suas postagens mais recentes, o canadense explica quais são os principais deveres das universidades: ensinar os estudantes a escrever e pensar, porque ambas as atividades andam juntas. “Essa é a melhor maneira de ensinar o pensamento crítico aos universitários”, diz Peterson.

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Assista ao vídeo, com a mensagem traduzida no corpo do texto

“A melhor maneira de ensinar às pessoas o pensamento crítico é ensiná-las a escrever, porque não há diferença entre escrever e pensar. E uma das coisas que me surpreenderam nas universidades é que ninguém diz aos estudantes o porquê de eles escreverem alguma coisa. “Bem, o que você está escrevendo? Você precisa da nota.” Não! Você precisa aprender a pensar, porque pensar o faz agir efetivamente no mundo. Pensar faz você vencer as batalhas com as quais se compromete — e podem ser batalhas por boas coisas. Se você consegue pensar, falar e escrever, você é absolutamente mortal. Nada pode ficar no seu caminho. É por isso que você aprende a escrever. Se você conseguir formular seus argumentos corretamente, fazer uma apresentação, falar com as pessoas e apresentar uma proposta, as pessoas darão dinheiro a você. Darão oportunidades a você. Você passa a ter influência. É por isso que você está na universidade: para ensinar as pessoas a se expressar, porque essa é a coisa mais perigosa que você possivelmente pode ser. Isso é motivador, se as pessoas entenderem. É assim: aqui está sua espada, seu M16 [fuzil] e seu colete à prova de balas. Agora, aprenda a usá-los.”

Leia mais: “A estupidez da linguagem neutra”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 62 da Revista Oeste

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