União Europeia vai discutir situação de Hong Kong

Os ministro das Relações Exteriores dos países que são membros da União Europeia (UE) vão discutir sobre a situação de Hong Kong em seu próximo encontro
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Bandeira da União Europeia | Foto: HÂKAN DAHLSTROM/FLICKR
Bandeira da União Europeia | Foto: HÂKAN DAHLSTROM/FLICKR | União Europeia Hong Kong

O ministro das Relações Exteriores da Alemanha anunciou que vai se reunir com os seus parceiros da União Europeia para discutir a situação em Hong Kong

União Europeia Hong Kong
Bandeira da União Europeia | Foto: HÂKAN DAHLSTROM/FLICKR

Os ministro das Relações Exteriores dos países que são membros da União Europeia (UE) vão discutir sobre a situação de Hong Kong em seu próximo encontro. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Mass.

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A reação da União Europeia acontece após a China aprovar uma lei de segurança nacional para Hong Kong, que é na teoria um território semiautônomo. As autoridades europeias afirmam que essa lei ameaça as liberdades que até então eram garantidas na cidade, de acordo com a agência de notícias Reuters.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, também demonstrou preocupação, afirmando que a autonomia de Hong Kong está sendo “erodida”. De acordo com Merkel, que assume a presidência do Conselho da União Europeia neste mês, o bloco deve discutir temas como os direitos humanos na China.

Como já informado por Oeste, não é a  primeira vez que a líder alemã demonstra preocupação com a situação em Hong Kong. Em um discurso no Parlamento do país no último dia 18, Merkel afirmou que a discussão da relação com a China é algo fundamental e que Hong Kong, indiscutivelmente, deve ser um tema na mesa.

Protestos em Hong Kong

Há mais de um ano que a ex-colônia britânica está passando por uma série de protestos contra a tirania de Pequim. Os manifestantes querem, no mínimo, um maior grau de autonomia para o território.

As autoridades chineses sempre reagiram inegavelmente com violência e tentam obter cada vez mais controle sobre o território, tentando esmagar qualquer dissidência.

Veja também: “Um dos líderes dos protestos em Hong Kong fala a Oeste”

A nova lei de segurança nacional, que entrou em vigor no último dia 30, no entanto, não tirou os manifestantes das ruas. Como noticiado por Oeste, uma manifestação enorme aconteceu no dia 1° de junho e foi duramente reprimida pela polícia.

A nova lei foi utilizada como justificativa para a prisão de mais de 300 pessoas.

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