O Vaticano doou ajuda humanitária à Ucrânia. A ação segue apelo do papa Leão XIV e responde às “consequências dos bombardeios que”, segundo ele, “voltaram a atingir infraestruturas de energia”. O pontífice também agradeceu iniciativas de solidariedade organizadas por dioceses, com destaque para a Polônia.
Atendendo à solicitação do papa, o Dicastério para o Serviço da Caridade enviou três caminhões ao país com 80 geradores de eletricidade. A decisão considerou pedidos de bispos que relataram o sofrimento causado pela guerra e as dificuldades provocadas pelo frio rigoroso.
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As temperaturas noturnas chegam a menos 15 graus Celsius. Durante o dia, ficam entre menos 10 e menos 12 graus. Parte da população deixou suas casas para buscar abrigo aquecido, onde os geradores permitem aquecimento e refeições quentes.
Doações do Vaticano alcançam regiões atingidas pelo conflito
Os caminhões saíram da Basílica de Santa Sofia, em Roma, templo ligado à comunidade ucraniana na Itália. As cargas já chegaram a Fastiv e Kyiv, áreas afetadas por ataques recentes. Operações militares também ocorreram durante a noite em Odessa e Kharkiv.

Além dos geradores, a iniciativa incluiu o envio de milhares de medicamentos, entre antibióticos, anti-inflamatórios, suplementos e melatonina, procurada por ajudar no sono em meio ao estresse e à insegurança.
O dicastério, chefiado pelo cardeal Konrad Krajewski, informou que prepara nova remessa. Outro caminhão transportará antibióticos, anti-inflamatórios, remédios para hipertensão e alimentos. A distribuição ocorrerá por redes paroquiais nas dioceses. A mobilização contou com apoio do Banco Farmacêutico, de empresas do setor e do grupo Procter & Gamble, além de doações de colaboradores.






































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