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No Ponto

Com problemas de saúde, 'Débora do batom' desmaia e acaba no hospital

1ª Turma do STF condenou a cabeleireira a 14 anos de prisão

débora dos santos
Gravado em novembro de 2024, vídeo de Débora dos Santos veio a público depois da retirada de sigilo por parte do STF: cabeleireira chora e pede que se 'compadeçam de mim' | Foto: Reprodução/TX

Conhecida por ter manchado a estátua da Justiça com batom, durante o 8 de janeiro, a cabeleireira Débora dos Santos, de 40 anos, foi levada às pressas ao Hospital Municipal de Paulínia (SP), na noite da segunda-feira 3, depois de passar mal em casa e desmaiar.

Sentenciada a 14 anos de cadeia, em virtude do 8 de janeiro, Débora cumpre prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, desde março, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Conforme os advogados Hélio Júnior e Taniéli Telles, a ré enfrenta problemas de saúde agravados por infecções urinárias recorrentes desde quando esteve detida.

“As dores se tornaram insuportáveis, além da dor na bexiga, está sentindo muita dor abdominal e dor nas costas, a ponto de ter desmaiado”, informou o documento.

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Atendimento para “Débora do batom”

A cabeleireira Débora dos Santos, de 39 anos, com a família | Foto: Reprodução/Redes sociais
A cabeleireira Débora dos Santos, de 39 anos, com a família | Foto: Reprodução/Redes sociais

De acordo com os advogados, Débora foi socorrida pela irmã e levada ao hospital, por volta das 20h30.

“A defesa e a requerente comunicam esta Suprema Corte de seu deslocamento com urgência para a unidade hospitalar de sua comarca”, observou a ação.

Os advogados comunicaram que a ré segue em prisão domiciliar.

Além disso,eles se comprometeram a apresentar atestados e exames médicos emitidos pela unidade de saúde.

Quem é a cabeleireira?

Casada com o pintor Nilton Cesar, Débora é mãe de duas crianças, uma com 6 anos e outra com 9 anos.

A mulher também é religiosa. Antes de ir para a cadeia, Débora frequentava a Igreja Adventista do 7º Dia.

No ano passado, os filhos de Débora gravaram um vídeo no qual fizeram um apelo à Justiça pela soltura da mãe.

Diversos parlamentares, como os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Bia Kicis (PL-DF), compartilharam o conteúdo. “Todos vão pagar por isso”, disse Gayer. “Isso é cruel e desumano”, constatou Bia, ao mencionar o projeto de lei da anistia.

Leia também: “As mães presas do 8 de janeiro”, reportagem publicada na Edição 254 da Revista Oeste

A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].

9 comentários
  1. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    Se tivessemos uma Forca Armada estilo USA , leal, honesta e patriota ja teriamos resolvido o problema do Brasil mas infelizmente e tudo ao contrario e vivemos esta tortura politica com um judiciario pro crime e um executivo condenado no poder.

  2. Gilson Herz
    Gilson Herz

    O cabeça de ovo e os demais asseclas do stf terão o retorno que merecem. Irão para os quintos dos infernos e pagarão por cada atrocidade que estão cometendo em vida. Bando de FDP.

  3. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Vai assassina-la na prisão, método petista

  4. Luiz Americo Lisboa Junior
    Luiz Americo Lisboa Junior

    A crueldade que fizeram com esta senhora é uma das mais infames entre todas as ditaduras que tivemos.

  5. FORA LULA
    FORA LULA

    pqp.. uma vida destruída por um servidor público embriagado pelo “pudê” e SANCIONADO por violação de direitos humanos mas que continua dando expediente na mais alta corte da ju$ti$$a do bostil.

    1. Inteligencia Artificial
      Inteligencia Artificial

      PARECE QUE O SEU CPF FOI DETECTADO PELO SISTEMA DO STF. FIQUE ATENTO QUE A INTIMAÇAO SERA ENVIADA EM 24 HS.
      Injúria e difamação são crimes contra a honra, que afetam a reputação de uma pessoa na sociedade. A injúria atinge a honra subjetiva, ou seja, o sentimento de respeito pessoal, enquanto a difamação afeta a honra objetiva.
      A pena para injúria e difamação pode variar de acordo com a gravidade e as circunstâncias do crime. A injúria pode ser punida com multa ou prisão de até um ano. A difamação pode ser punida com multa ou prisão de até um ano, mas a pena pode aumentar para dois anos se for cometida em locais públicos ou por meio de um meio de comunicação social.
      Para provar um crime de injúria, difamação ou calúnia, é necessário um acervo documental que demonstre a ocorrência do fato. Esse acervo pode incluir: Boletim de ocorrência, Testemunhas que presenciaram o fato, Prints de conversas, Filmagens do ato ilícito.
      A vítima pode entrar com uma ação indenizatória para obter uma decisão judicial que lhe conceda uma indenização por danos morais e/ou materiais.

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