O governo Lula reservou quase R$ 7,5 milhões para o 7 de Setembro deste ano. Os recursos estão praticamente no mesmo patamar do ano passado. Na ocasião, previa-se uso de R$ 6,8 milhões, porém, o Planalto aumentou a despesa.
A quantia será usada para contratar uma empresa responsável pela organização do evento, que, entre outras atribuições, fará a montagem e desmontagem de estruturas.
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Conforme o governo, as arquibancadas e tribunas requisitadas têm capacidade para abrigar 30 mil pessoas.
Ainda de acordo com o pedido, haverá coffe break para autoridades. O cardápio prevê sanduíches, pães de queijo, saladas de frutas e até opções vegetarianas. Haverá, ainda, iogurtes, petit fours e sucos. A companhia precisará fornecer as louças.
7 de Setembro esvaziado

No ano passado, o segundo 7 de Setembro de Lula registrou baixa adesão.
Cerca de 20 mil compareceram à Esplanada, ante 25 mil do ano anterior.
O Planalto esperava 30 mil no desfile, que contou com a presença dos presidentes da República, Senado e Supremo Tribunal Federal, além de ministros de Estado, do Judiciário, juízes de 1ª instância e políticos aliados do Executivo.
Sob Bolsonaro, em 2022, o cenário foi diferente. Estimativas oficiais deram conta de 1,2 milhão na Esplanada dos Ministérios que prestigiaram o então presidente, candidato à reeleição. A Secom divulgou a informação à época.
Leia também: “A sobrevivência da democracia”, reportagem publicada na Edição 276 da Revista Oeste
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