Antes de opinar sobre a transferência de Silvinei Vasques, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recomendou consultar presídios.
Isso porque, no fim do ano passado, a defesa do diretor da Polícia Rodoviária Federal do governo Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes para Vasques cumprir a pena em São José (SC) ou Florianópolis (SC), por causa de vínculos familiares, sociais e profissionais no Estado. Em dezembro, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal o condenou a quase 30 anos de cadeia, em virtude de suposta tentativa de golpe.
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Em um parecer a respeito da solicitação de Vasques, a PGR relembrou que a prisão preventiva do ex-diretor foi decretada em 26 de dezembro de 2025, com base no “concreto risco de fuga”, depois do descumprimento da medida cautelar de monitoramento eletrônico.
O mandado foi cumprido em Foz do Iguaçu (PR) em meio à tentativa de ex-diretor de fugir pelo Paraguai, e, no dia seguinte, Vasques foi transferido para Brasília (DF), onde passou por audiência de custódia.
Pedido de Silvinei Vasques sobre doutorado

Vasques também pediu autorização para dar continuidade a um doutorado em Direito Econômico e Empresarial, de forma remota, na Fundação Universitária Iberoamericana.
Ao analisar o requerimento, a PGR ponderou que a definição do local de cumprimento da prisão provisória depende da existência de vagas e da manifestação prévia das administrações penitenciárias envolvidas.
Por isso, a Procuradoria recomendou o envio de ofícios para que os órgãos informem se há condições operacionais para receber o preso em Santa Catarina.
A respeito desse pedido para estudar, a PGR afirmou que a documentação apresentada é insuficiente.
De acordo com a Procuradoria, o comprovante juntado pela defesa se refere apenas à inscrição no curso, feita em agosto de 2025, e não atesta a matrícula ativa no programa de doutorado.
Além disso, a PGR cobrou da defesa a apresentação de documentos atualizados sobre o pedido para cursar doutorado na modalidade a distância.
Leia também: “O silêncio dos indecentes”, artigo publicado na Edição 305 da Revista Oeste
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ESSE ÓRGÃO INFELISMENTE NÃO EXISTE MAIS…PARECE QUE A OAB TAMBÉM !
OS ADVOGADOS SO ACREDITAN QUE ELA EXISTE AINDA , POR QUE OS BOLETOS DAS MENSALIDADES CONTINUAM VINDO…
É TANTA INFELICIDADE QUE O INFELIZMENTE SAIU COM S….
A Procuradoria Geral da Ratoeira (pgr), sempre mostrando a sua ineficiência…..