O maior planeta do Sistema Solar nem sempre foi como conhecemos hoje. Pesquisadores descobriram que Júpiter já teve o dobro do tamanho atual em seus primeiros estágios de formação, atraindo gases e poeira em grande escala. Nesse período, o planeta poderia comportar cerca de duas mil Terras dentro de seu volume.
- Júpiter já foi duas vezes maior do que é atualmente
- Compressão gravitacional encolheu o planeta com o tempo
- Hoje, ainda cabem cerca de 1.300 Terras em seu volume
O que a ciência descobriu sobre o passado de Júpiter?
De acordo com um estudo publicado na Caltech, Júpiter nasceu como um gigante ainda maior do que vemos hoje. Seu raio era aproximadamente duas vezes superior, resultado da imensa quantidade de gás e poeira acumulada ao redor do núcleo. Esse crescimento inicial ajudou a moldar o equilíbrio do Sistema Solar.

Por que o planeta encolheu?
Com o passar do tempo, a própria gravidade de Júpiter provocou uma compressão natural em seu interior. À medida que mais massa era acumulada, a pressão aumentava, fazendo o planeta reduzir de volume. Esse processo é comparável ao que acontece em estrelas jovens, que mudam de tamanho antes de atingirem estabilidade.
Leia também: O melhor truque para tirar anel preso sem dor e sem pânico
Quantas Terras cabem dentro de Júpiter hoje?
Mesmo depois desse encolhimento, Júpiter continua sendo um colosso. Segundo a NASA, o planeta poderia abrigar aproximadamente 1.300 Terras dentro de seu volume. Essa comparação ajuda a entender a força gravitacional que o planeta exerce sobre luas, asteroides e até mesmo sobre a Terra.
Um gigante que moldou o Sistema Solar
Além de seu tamanho impressionante, Júpiter influenciou diretamente a formação de outros corpos celestes. O planeta pode ter ajudado a proteger a Terra, desviando asteroides que poderiam ter atingido nosso planeta. Também é um modelo para estudos de mundos gasosos em sistemas solares distantes.
Leia também: Explosão cósmica inédita intriga cientistas ao durar quase um dia e se repetir
Júpiter continua sendo essencial para entendermos o cosmos
Pesquisas recentes mostram que, em seu auge, Júpiter chegou a ter um volume suficiente para abrigar 2.000 Terras e um campo magnético até 50 vezes mais forte do que o atual. Esses dados reforçam o papel central do planeta na compreensão da história cósmica.
- O crescimento e a compressão de Júpiter revelam segredos sobre planetas gasosos
- Sua influência gravitacional ajudou a moldar a evolução da Terra
- Estudá-lo amplia o conhecimento sobre exoplanetas em outras estrelas









