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Política

AGU quer que PF investigue políticos por falas sobre monitoramento do Pix

Jorge Messias diz que a ‘mentira produzida’ por parlamentares gerou uma ‘desordem informacional’, a qual levou os cidadãos a caírem em ‘golpes contra a economia popular’

Desde a quarta-feira 3, mais duas instituições passaram a integrar o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (Ciedde): Polícia Federal e Advocacia-Geral da União, de Jorge Messias | Foto: José Cruz/Agência Brasil
O advogado-geral da União, Jorge Messias | Foto: | Foto: José Cruz/Agência Brasil

O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse ter acionado a Polícia Federal (PF) para investigar os “atores que criaram essa narrativa” de que o Pix no Brasil seria taxado. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira, 15, depois de o governo Lula recuar e revogar o monitoramento dessas transações acima de R$ 5 mil.

Messias disse que discursos produzidos por “esses políticos” levaram e “estimularam pessoas de boa fé, comerciantes, cidadãos em geral” a caírem em golpes contra a economia popular. 

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“Então, nós identificamos crimes contra a economia popular e é por isso que nós estamos pedindo à Polícia Federal que abra o inquérito para investigar todos os crimes contra a economia popular e também crimes utilizando os símbolos, a logomarca do governo federal, do Ministério da Fazenda e da Secretaria da Receita Federal”, declarou.

Nas redes sociais, parlamentares da oposição do governo Lula se mobilizaram com imenso apoio popular para pressionar pela suspensão do monitoramento das transações Pix acima de R$ 5 mil para pessoas físicas. 

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou duramente a medida. O vídeo teve mais de 200 milhões de visualizações em cerca de 24h.

Haddad diz que parlamentares agiram contra o Estado ao abordar monitoramento do Pix

Também depois da reunião com Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que “esses inescrupulosos, inclusive senador da República e deputado federal, agiram contra o Estado brasileiro”.

Haddad sinalizou que os discursos com supostas “fake news” causaram um grande “dano”. “Essas pessoas estão, na nossa opinião, cometendo um crime”, declarou. “Porque quando você desacredita em um instrumento público, você está cometendo um crime.”

“Essas pessoas vão ter que responder pelo que fizeram”, afirmou. “Mas nós não queremos contaminar a tramitação da Medida Provisória no Congresso Nacional, até que se esclareça no âmbito do Congresso o que de fato aconteceu nos últimos dias em relação a uma coisa séria que a Receita Federal estava fazendo.”

6 comentários
  1. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Só a cara desse apalermado, já justifica o trocadilho com o seu nome ” imBecías”…

  2. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    A BESTA AMESTRADA não cansa de pagar mico… como é que um cara desses passou no exame da ordem ?
    Até o jabuti do BURRO FALANTE tem mais inteligência…
    Deviam mandar o Bessias lá pra granja do torto , talvez ele aprenda lá algo com o réptil morador.

  3. Christian
    Christian

    O CHORO É LIVRE, mas que jogaram bost@ no ventilador, jogaram.
    Tentaram mexer com 150 milhões de brasileiros e se deram mal.

  4. R Fortes
    R Fortes

    Por sorteio imparcial, e para variar, o relator deverá ser Lord Voldemort.

  5. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Quem está metendo a mão no dinheiro do povo são vcs do governo. Agora será msm que não vai monitorar ou é mais uma mentira destes salafrários . Lula cachaceiro tira a mão do meu dinheiro.

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