Auxílio emergencial: governadores pressionam por mais gastos

Chefes de dezesseis Estados querem parcelas no valor de R$ 600
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Encontro entre os três Poderes, no Palácio do Planalto, em 24/03/2021
Encontro entre os três Poderes, no Palácio do Planalto, em 24/03/2021 | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Dezesseis governadores pediram ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que aumente o valor das quatro parcelas do auxílio emergencial. Em uma carta também endereçada ao comando do Senado, os chefes estaduais defendem R$ 600. Conforme a medida provisória que viabiliza a nova rodada do benefício, a quantia a ser paga varia de R$ 150 a R$ 375. No caso das famílias em que a mulher é a única provedora, por exemplo, será paga a cifra máxima.

“Somente com essas medidas seremos capazes de evitar o avanço da morte. Por isso, entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população”, informa trecho do documento. Ano passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou que o governo não tem dinheiro para custear R$ 600 novamente. “A cada parcela paga, são R$ 50 bilhões”, declarou na ocasião, em entrevista à Record News.

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Leia também: “Queiroga afasta possibilidade de lockdown nacional”

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10 comentários Ver comentários

  1. concordo plenamente, só que o valor deverá se rateado entre os funcionários públicos do fique em casa. Chega de remunerar a preguiça dos corona lovers.

  2. Mais insanos neste manicômio? Curioso é o Ratinho Jr. estar nessa doida aventura.
    Caso não estivéssemos nessa grave pandemia, com certeza estávamos todos nas ruas, verde amarelos, pacificamente e aos domingos mudando radicalmente este pais.

  3. Não seria o caso de discutir o sistema politico do País, já vira logo Socialista/Bolivariano e se junta com a Venezuela; a classe média paga impostos demais e recebe de menos, são os únicos que mantém esse status, na Venezuela essa classe se mudou e o País acabou… meu próximo passo é mudar de cidadania e bye Brasil tb.

  4. Então que o complemento para se chegar aos R$ 600,00, seja custeado pelos governos estaduais de cada unidade em separado. Em outras palavras: Se virem, vagabundos!

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