Bia Kicis defende voto auditável: ‘Ordenamento jurídico não pode se curvar à tecnologia’

'Nós não somos contra a urna eletrônica, de forma alguma. Não queremos a volta da cédula em papel', esclareceu deputada do PSL
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A deputada Bia Kicis (PSL-DF) defende o voto auditável já para as eleições de 2022
A deputada Bia Kicis (PSL-DF) defende o voto auditável já para as eleições de 2022 | Foto: Reprodução/YouTube

Em entrevista ao programa Opinião no Ar exibido nesta segunda-feira, 10, pela RedeTV!, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) voltou a defender mudanças no sistema de votação eletrônica utilizado no Brasil. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara destacou a importância do voto auditável no Brasil.

Silvio Navarro, editor-executivo de Oeste, e Rodrigo Constantino, colunista da revista, participaram da entrevista. O programa é apresentado por Luís Ernesto Lacombe e também conta com a participação da jornalista Amanda Klein.

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“Temos tanta certeza de que as urnas são vulneráveis, de que não há transparência no sistema, que nós aprovaremos isso no Congresso Nacional. Seria importante que o Supremo Tribunal Federal [STF] fosse um parceiro nosso para atender a esse clamor popular”, afirmou Kicis. “Fiz um convite ao ministro [Luís Roberto] Barroso [para um debate sobre o assunto]. Até agora não tive nenhuma resposta. Mas é claro que irei buscar essa resposta em uma conversa pessoalmente com o ministro.”

A deputada do PSL deixou claro que não é contra a urna eletrônica, mas defende o aperfeiçoamento do sistema. “Nós não somos contra a urna eletrônica, de forma alguma. Não queremos a volta da cédula em papel. Queremos urnas eletrônicas porque são modernas e simplificam o processo. Mas elas têm que estar a serviço da nossa Constituição e de um sistema que seja seguro, transparente e auditável”, disse. “O ordenamento jurídico não pode se curvar à tecnologia. A tecnologia é que deve estar a serviço do ordenamento jurídico.”

Segundo Kicis, o sistema eletrônico do país “padece de falta de confiabilidade” neste momento. “Vamos aprimorar o sistema. O Brasil tem urnas de primeira geração, enquanto a Argentina tem de terceira geração. Com essa PEC [Proposta de Emenda à Constituição], nós estamos lutando por urnas de segunda geração”, afirmou.

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