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Política

Bolsonaro defende privatizações e responsabilidade fiscal

Bolsonaro defende privatizações e responsabilidade fiscal

Bolsonaro - Guedes - Tarcísio
Presidente Jair Bolsonaro, ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas e ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Presidente também comentou a saída de Salim Mattar e Paulo Uebel do governo

Bolsonaro - Guedes - Tarcísio
Presidente Jair Bolsonaro, ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas e ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira, 12, a privatização de empresas públicas, afirmando que o Estado está “inchado”.

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Ele destacou, no entanto, que os desafios burocráticos “são enormes”.

“O Estado está inchado e deve se desfazer de suas empresas deficitárias, bem como daquelas que podem ser melhor administradas pela iniciativa privada”, escreveu o presidente nas redes sociais.

Bolsonaro afirmou ainda que privatizar uma empresa está longe de ser, simplesmente, “pegar uma estatal e colocá-la numa prateleira para aquele que der mais ‘levá-la para casa'”.

Ele ainda disse que, “para agravar”, o Supremo Tribunal Federal decidiu, em 2019, que as privatizações das empresas “mães” devem passar pelo crivo do Congresso.

Guedes e Tarcísio

Na mesma postagem, Bolsonaro publicou uma foto ao lado dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

“O Presidente e seus Ministros continuam unidos e cônscios da responsabilidade de conduzir a economia e os destinos do Brasil com responsabilidade”, afirmou Bolsonaro.

Saída de Salim Mattar e Paulo Uebel

Na postagem, Bolsonaro também comentou as saídas do secretário especial de Desestatização, Salim Matar, e do secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.

Segundo o Ministro da Economia, Paulo Guedes, Mattar deixou o governo porque está descontente com o ritmo das privatizações de estatais. No caso de Uebel, o ministro disse que a motivação seria a falta de andamento da reforma administrativa.

Para Bolsonaro, em todo o governo, “é normal a saída de alguns para algo que melhor atenda suas justas ambições pessoais”.

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