A evolução clínica do ex-presidente Jair Bolsonaro foi considerada positiva nas últimas horas, segundo o cardiologista Brasil Caiado, nesta quarta-feira, 18. Apesar da melhora, ele permanece internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta médica.
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Bolsonaro deu entrada na unidade hospitalar na sexta-feira da semana passada, 13 de março, pela manhã, para tratar uma pneumonia bacteriana. A doença se manifestou depois de um episódio de broncoaspiração.
Brasil Caiado relatou que, inicialmente, os exames mostraram piora, o que gerou preocupação entre a equipe. “Nas primeiras horas, os exames laboratoriais indicaram uma piora do quadro, foi o que mais nos preocupou”, explicou o médico. “Ontem foi o dia que ele, muito temerário, preocupado pelo cansaço, pela falta de ar, apresentou melhora progressiva”.
Apreensão e otimismo diante do quadro clínico de Bolsonaro

O cardiologista disse que Bolsonaro demonstrou apreensão diante da gravidade do quadro, mas ressaltou a perspectiva otimista.
“Nós percebemos que ele ficou um pouco temerário, apreensivo”, contou. “Ele sentiu o peso dessa patologia um pouco mais. Mas, de qualquer forma, já temos um quadro bom, a tendência é melhorar.”
Detido na Papudinha por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente precisou de atendimento hospitalar depois de passar mal. Não é a primeira vez que Bolsonaro enfrenta problemas de saúde desde sua prisão.
Em setembro do ano passado, ainda sob regime domiciliar, teve sintomas como vômitos, tontura e queda da pressão arterial. Por isso, precisou de acompanhamento médico.
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Em janeiro deste ano, o ex-presidente também foi ao hospital depois de sentir-se mal e bater a cabeça em um móvel da cela na Superintendência da Polícia Federal. No mesmo mês, a pedido da defesa, Bolsonaro foi transferido para a Papudinha, local equipado com fisioterapia, médicos de plantão, barra de apoio na cama e cozinha própria.
Desde a transferência, os advogados apresentaram novos pedidos de prisão domiciliar, com o argumento de fragilidade na saúde do ex-presidente. Contudo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou as solicitações.






































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