Nesta quinta-feira, 11, a Controladoria-Geral da União (CGU) pediu novamente ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o envio de documentos da Polícia Federal (PF) sobre a suposta fraude no cartão de vacina que envolve Jair Bolsonaro e ex-assessores.
Conforme o o ofício, a CGU disse que recebeu apenas os autos principais dos inquéritos e de uma petição, faltando os anexos produzidos pela PF, como relatórios, laudos e arquivos considerados essenciais para concluir as investigações administrativas.
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De acordo com o órgão, o mesmo pedido foi feito em 30 de agosto de 2024, mas negado por Moraes em 19 de setembro daquele ano, em razão de diligências ainda em andamento. Em virtude do tempo decorrido, a CGU reiterou a solicitação para prosseguir nas apurações internas.
A CGU ponderou que não precisa de todo o material dos processos, mas apenas dos itens listados em uma nota técnica, que delimita os documentos necessários para a análise de condutas atribuídas a quatro agentes vinculados ao Executivo federal: Luis Marcos dos Reis, Marcelo Costa Câmara, Max Guilherme Machado de Moura e Sérgio Rocha Cordeiro.
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Nota técnica sobre suposta fraude de vacina que envolve Bolsonaro

A nota técnica reproduz trechos do relatório da PF que apontam registros falsos de vacinação atribuídos a Bolsonaro, à filha dele, Laurinha, e a ex-assessores, além do suposto uso reiterado de certificados ideologicamente falsos.
Entre os elementos requeridos estão termos de declarações, dados de acesso ao ConecteSUS, registros de emissão dos certificados, controles de entrada no Palácio da Alvorada, laudos periciais e conversas obtidas pela investigação.
Segundo o ofício, os documentos solicitados são considerados “imprescindíveis” para que a CGU adote medidas de responsabilização administrativa de agentes públicos.





































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