Comerciantes estudam manifestação contra Doria

Empresários sinalizam protestos nos moldes dos que ocorreram em Manaus
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Manifestação contra o 'lockdown' de Doria, em 8 de março de 2021
Manifestação contra o 'lockdown' de Doria, em 8 de março de 2021 | Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo

Caso o governador João Doria (PSDB) não reabra o comércio do Estado de São Paulo, empresários consideram manifestar-se contra o tucano. Representantes de vários setores da economia apresentarão uma carta de reivindicações à cúpula paulista nesta quarta-feira, 10. Na hipótese de não serem atendidos, os comerciantes prometem um movimento semelhante ao ocorrido em Manaus no fim do ano, antes do colapso no sistema de saúde. Juntos, eles garantem representar mais de 450 mil companhias associadas e mais de 1 milhão de pontos de venda, com 4,6 milhões de empregados e peso de 5% do Produto Interno Bruto.

Os empresários alegam que ainda não conseguiram recuperar as vendas depois da crise iniciada há um ano e não têm mais fôlego para pagar as contas com o novo fechamento, informou o jornal O Estado de S. Paulo. O clima também é de revolta por suas atividades serem classificadas como não essenciais, enquanto indústrias e, agora, até as igrejas podem ficar abertas. Ou o fechamento vale para todos, ou que se libere também o comércio, argumentam. Doria estuda anunciar hoje medidas mais restritivas, como limitações a supermercados, açougues e farmácias. Por ora, as escolas públicas e particulares continuam operando.

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Entidades envolvidas

Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), garante o jornal O Estado de S. Paulo.

Leia também: “A paciência acabou”, artigo de Augusto Nunes e Silvio Navarro publicado na Edição 41 da Revista Oeste

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