Comissão para analisar PEC do voto auditável é criada na Câmara

Defensora da medida, a deputada federal Bia Kicis afirma que o Brasil se tornou refém da 'juristocracia' do TSE
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O colegiado terá 34 titulares e 34 suplentes a serem indicados pelas lideranças partidárias
O colegiado terá 34 titulares e 34 suplentes a serem indicados pelas lideranças partidárias | Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criou a comissão responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do voto auditável. A medida estabelece que as urnas eletrônicas imprimam um comprovante. A PEC valerá para todas as eleições, plebiscitos e referendos no Brasil. Assim sendo, a revisão do resultado é viabilizada, caso seja solicitado por candidatos e pelas autoridades.

A comissão terá 34 titulares e 34 suplentes a serem indicados pelas lideranças partidárias. A data da instalação ainda não foi definida e depende da definição dos integrantes do novo colegiado. Na avaliação da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), apoiadora do mecanismo, o Brasil se tornou refém da “juristocracia” do Tribunal Superior Eleitoral. Portanto, o dispositivo tem de ser aprovado quanto antes em prol da democracia.

Leia também: “O que você precisa saber sobre o voto impresso”, reportagem publicada na Edição 54 da Revista Oeste

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1 comentário

  1. Que sejam rápidos, essa decisão é pra ontem. E que o entulho do TSE não atrapalhe. Aliás, pra que serve esse tribunal, além de atrapalhar? Ah… lembrei. Serve pra cabidão de empregos e gordos salários. Que ódio dá na gente tantos parasitas.

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