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Deputado quer barrar aportes internacionais em sindicatos

Projeto de lei foi protocolado depois de a Revista Oeste noticiar que o Partido Comunista pôs dinheiro em entidades brasileiras
O Fórum das Centrais Sindicais do Brasil recebeu US$ 300 mil (R$ 1,7 milhão, na cotação atual) do PCC
O Fórum das Centrais Sindicais do Brasil recebeu US$ 300 mil (R$ 1,7 milhão, na cotação atual) do PCC | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Depois de a Revista Oeste noticiar que sindicatos brasileiros receberam aporte do Partido Comunista da China (PCC), o deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) apresentou um projeto de lei (PL) que põe fim à prática. “Agora, os sindicatos brasileiros são comprovadamente braços políticos do PCC. Isso é uma interferência política estrangeira inadmissível. Assim, propus o PL 1124/2021, que proíbe aportes financeiros estrangeiros em sindicatos”, anunciou o parlamentar, no Twitter, na terça-feira 30. A medida aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Entenda

Na terça-feira 30, Oeste informou que o Fórum das Centrais Sindicais do Brasil recebeu US$ 300 mil (R$ 1,7 milhão, na cotação atual) do PCC. A entidade nacional reúne CSB, CUT, Força Sindical, UGT, CTB e NCST. Conforme o governo estrangeiro, o dinheiro será destinado às ações de enfrentamento do surto de covid-19. O aporte internacional foi feito por meio da Federação dos Sindicatos da China, ligado ao PCC. Os sindicatos brasileiros salientaram que os recursos serão usados para a compra de cestas básicas aos mais pobres.

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