O diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, prevê uma eleição presidencial acirrada neste ano, nos moldes do resultado registrado em 2022. O especialista afirmou que quem levar a eleição o fará por uma diferença mínima: “Será 52% a 48%”.
Recentemente, um levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas mostrou que 45,3% dos brasileiros afirmam que não votariam de forma alguma no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial deste ano.
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Por outro lado, 44,7% declararam que também não votariam de jeito nenhum no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Outras pesquisas confirmam a diminuição da rejeição ao senador e o crecimento dele no cenário eleitoral.
Ao comentar os desafios dos principais candidatos, Hidalgo disse que o senador Flávio deveria se espelhar na estratégia adotada por Lula no pleito passado.
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“Na questão das alianças, Lula foi perfeito”, destacou o especialista em entrevista concedida ao programa Faroeste à Brasileira, de Oeste, nesta quarta-feira, 11. “Ele buscou Geraldo Alckmin, o que parecia impossível. Ele buscou algo que acrescentou. Flávio não pode buscar mais do mesmo, como o Jair Bolsonaro fez na eleição de 2022.”
Indagado se isso não levaria Flávio Bolsonaro a ter de negociar com o centrão, Hidalgo disse que esse é um dos desafios do senador: “Buscar um quadro do centrão que acrescente”.
O especialista também destacou que o senador tem uma dificuldade extra: a possível rejeição do eleitorado de direita a determinadas alianças.
Lula não repetirá desempenho no Nordeste na próxima eleição
De acordo com Hidalgo, Lula não repetirá o desempenho eleitoral que obteve no Nordeste na eleição passada. Para ele, o prejuízo eleitoral do petista se justifica pelo não cumprimento das promessas.
Na última eleição, o petista venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro no Nordeste com uma diferença de mais de 12 milhões de votos no segundo turno.
Apesar da diferença, Hidalgo não acredita que um eventual vice nordestino na chapa de Flávio pesará no resultado. Para o especialista em pesquisas, um dos nomes que melhor converteria votos para Flávio seria Romeu Zema, filiado ao Novo e governador de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país.









































“Lula foi perfeito em suas alianças”, todos sabemos que o Lula foi tirado da cadeia para ser presidente, o TSE é parte do Sistema que queria o Lula para combater o Bolsonaro, todo mundo sabe disso. Esses institutos são “Lojinhas de porcentagens”, quem manda no processo é o TSE que e controlado pelo Sistema. Para essa turma a eleição do Bolsonaro em 2018 foi um “acidente de percurso”, simplesmente dormiram no ponto. Só Deus para nos livrar dessa corja que domina o país.
Zema seria o ideal: não apenas por ter sido governador de Minas Gerais, mas principalmente por ser um ótimo administrador. Seria uma chapa extremamente competente e digna da nossa confiança.
Paraná pesquisa em cima do muro.