Os órgãos de inteligência do regime militar brasileiro acompanharam, no início dos anos 1980, contatos de dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) com o modelo de governo instalado no Irã com a Revolução Islâmica. Os registros indicam viagens ao Oriente Médio, reuniões políticas e avaliações internas sobre possíveis reflexos no Brasil. A informação é da revista Veja.
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Relatórios do Centro de Inteligência da Marinha revelam que parlamentares brasileiros participaram de encontros com representantes do Partido da Revolução Islâmica. Um dos documentos menciona o fato de que o então deputado Airton Soares, líder do PT na Câmara, buscaria recursos para a legenda durante a missão.
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Para os militares, Soares funcionava como elo relevante entre o partido e Teerã. Arquivos citam a existência de um “núcleo islâmico” no PT, com nomes como Irma Passoni, Osmar Mendonça, Francisco Weffort e Jacob Bittar. Os textos revelam que Luiz Inácio Lula da Silva não integraria esse grupo, mas procuraria apoio político dele.
PT usava táticas de revolucionários do Irã
Papéis do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI) também trataram do tema. Um dos informes registra a leitura, dentro do PT, de táticas conhecidas como “foquismo de massas”, usadas por iranianos durante a queda do xá Mohammad Reza Pahlavi, em 1979.
Segundo o SNI, Jacob Bittar aparecia como um dos entusiastas desse método. O órgão mencionou episódios de greves no ABC Paulista, onde Lula atuava como líder sindical, com propostas de enfrentamento às forças policiais. Em outro relatório, produzido em julho de 1980, o serviço afirmou que Airton Soares, no retorno do Irã, atuava para buscar neutralidade das Forças Armadas em debates políticos.
Indagado à época, Soares declarou que esteve no Irã para participar de um fórum de solidariedade ao povo iraniano, em contexto de tensões com os Estados Unidos e o antigo regime do xá.
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Além do que, a notícia não mostra nada demais. Apenas trocavam informações sobre como combater a ditadura militar. Uma notícia requentada e que não diz nada. Estávamos na ditadura, Ira tbm e trocavam informações sobre como combater a ditadura dos dois países. Nossa, que novidade
Serio? noticia da década de 70??? Que palhaçada…. é sério. Perderam o limite da estupidez.
Vamos ver os contorcionismos do abtônio da silva para defender a antiga relação do PT com os aiatolás do Irã. Ontem ele defendeu o traficante, digo, “usuário” de crack solto no Paraná.
mirandinha, hello kitty, não seja mentiroso. Eu não defendi o traficante. Ele nem solto foi. Só defendi que ele respondesse em liberdade, com medidas cautelares como prevê a Lei. Você é um belo de um mentirosinho. Bem, é bolsonarista. Já está no seu DNA mentir
E agora José.
A resposta já sabemos, nada acontecerá, e o circo continua….