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Dois citados em delação são do Conselho de Ética da Assembleia do Rio

Deputados Márcio Canella e Rodrigo Bacellar estão na denúncia que levou ao afastamento do governador Wilson Witzel.
Márcio Canella e Rodrigo Bacellar: do Conselho de Ética da Alerj para a delação de Edmar Santos | Foto: Montagem/Revista Oeste
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Deputados Márcio Canella e Rodrigo Bacellar estão na denúncia que levou ao afastamento do governador Wilson Witzel

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Márcio Canella e Rodrigo Bacellar: do Conselho de Ética da Alerj para a delação de Edmar Santos |  Foto: Montagem/Revista Oeste

Na denúncia da Operação Tris in Iden, deflagrada na última sexta-feira, 29, e que levou ao afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, dois nomes chamam atenção: os deputados Márcio Canella (MDB) e Rodrigo Bacellar (Solidariedade).

Isso porque ambos fazem parte do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Eles foram apontados pelo ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos, em delação premiada, como participantes do esquema de corrupção que desviava verbas da pasta.

Além deles, o próprio Santos, Witzel, o vice-governador Cláudio Castro e o secretário estadual da Casa Civil participavam do ilícito.

De acordo com a delação: “[…] desvio, em proveito dos deputados, de sobras dos duodécimos do Poder Legislativo, ‘doados’ ao Erário estadual sob pretexto de financiar as Secretarias Municipais de Saúde. Para tanto, após ingresso dos recursos nos cofres da Secretaria Estadual de Saúde, parte dos valores seria repassada para alguns municípios específicos, o que viabilizaria posterior desvio em favor dos integrantes do esquema, além da exploração política desses aportes financeiros em suas bases eleitorais de olho nas próximas eleições.”

Em nota, o deputado Rodrigo Bacellar negou as acusações. Disse que recebeu com surpresa a delação e que esteve poucas vezes com Edmar Santos, sempre na tentativa de resolver questões relacionadas à Secretaria de Saúde.

Márcio Canella não se manifestou.

O Conselho de Ética deve votar nesta segunda-feira a admissibilidade da cassação de cinco deputados presos na Operação Furna da Onça, em 2018: André Corrêa (DEM), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante), Marcus Vinícius Neskau (PTB) e Chiquinho da Mangueira (PSC). Segundo o portal de notícias CNN Brasil, a tendência é que a Alerj rejeite a proposta.

 

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4 comentários

  1. Deputados corruptos em Conselho de ética no Brasil não é novidade, sendo inclusive um mecanismo de proteção de si próprios e dos seus assemelhados.

  2. “Isso porque ambos fazem parte do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).” Quanta ironia e desfaçatez, hein! Político H-O-N-E-S-T-O ainda está por nasccer por brasilsão.

  3. Cinco presidentes safados, inclusive um juiz? Não é ignorância do eleitor, ñ é isenção desse POVO maravilhoso. É safadeza pura. É CONLUIO com instituições oficiais, TCEs. É saber q se tem proteção SUPREMA. Já há 3 anos ñ mais gastamos no Rio, apesar de adorarmos o povo e o lindo lugar. Mas ñ faz mal, sou eu, minha esposa, meu amigo…o amigo do amigo do amigo do meu pai

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