O ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD) registra 65,1% das intenções de voto na disputa pelo governo do Amapá, indica levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira, 17.
De acordo com a pesquisa, o pessedista abre quase 40 pontos porcentuais de vantagem sobre o atual governador amapaense, Clécio Luís (União Brasil), que soma 25,3%. Com esse cenário, 5,2% dos entrevistados formam o bloco de nenhum/branco/nulo, enquanto 4,4% integram o grupo de quem não soube responder ou não quis participar.
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Para o levantamento divulgado hoje, o Paraná Pesquisas formulou apenas um cenário de eventuais candidatos ao cargo de governador do Amapá.
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Em relação ao Senado, o instituto realizou duas simulações, com o seguintes nomes:
- Senado pelo Amapá — cenário 1
Rayssa Furlan (Podemos) — 63,8%;
Lucas Barreto (PSD) — 46,2%;
Randolfe Rodrigues (PT) — 39%;
Waldez Góes (PDT) — 14,8%; e
Acácio Favacho (MDB) — 14,3%.
Nenhum/branco/nulo: 4,4%. Não sabe/não opinou: 4,2%.
- Senado pelo Amapá — cenário 2 (sem Favacho)
Rayssa Furlan (Podemos) — 66,1%;
Lucas Barreto (PSD) — 51,8%;
Randolfe Rodrigues (PT) — 41,7%; e
Waldez Góes (PDT) — 17,1%.
Nenhum/branco/nulo: 4,2%. Não sabe/não opinou: 4,5%.
Nas duas simulações ao Senado, cada entrevistado poderia mencionar dois nomes. Por isso, as somas das pontuações ultrapassa os 100 pontos porcentuais.
Assim como as demais unidades da Federação, o Amapá vai eleger dois de seus três representantes no Senado nas eleições gerais deste ano.
Dados da pesquisa

A fim de mapear as intenções de voto dos eleitores do Amapá para os cargos de governador e senador, a equipe do Paraná Pesquisas entrevistou 1.220 pessoas. O trabalho de campo nesse sentido ocorreu de 12 a 15 de março, em 15 dos 16 municípios do Estado.
De acordo com o instituto, a margem de erro do levantamento é de 2,9 pontos porcentuais, para mais ou para menos, nos resultados gerais. Ainda conforme a empresa, o grau de confiança do material é de 95%.
A pesquisa eleitoral conta com registro no Tribunal Superior Eleitoral. O código AP-00767/2026 é o protocolo de acompanhamento.
Leia também: “O poder e o voto”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 284 da Revista Oeste






































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