O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que pretende denunciar ao governo de Donald Trump eventuais irregularidades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de outubro. A informação consta em coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.
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Segundo ele, integrantes da Corte poderão sofrer sanções dos Estados Unidos, caso autoridades americanas considerem necessário.
“Podemos fazer isso também em tempo real, através de conversas de aplicativos de mensagem”, disse Eduardo. “Isso é importantíssimo”.
O ex-deputado acrescentou que o cenário internacional opera de forma imediata e que a eleição brasileira será dinâmica.

O ex-parlamentar afirmou que pretende encaminhar as denúncias a representantes do governo Trump, parlamentares norte-americanos e à imprensa internacional. Ele disse que acompanhará o processo eleitoral e fará registros sempre que considerar pertinente.
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Relatório e reação ao STF
Eduardo avaliou que o relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos funciona como alerta ao TSE sobre possível censura nas eleições. Na visão dele, ministros da Corte adotaram critérios distintos em ações judiciais que envolveram Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro em 2022.
Recentemente,o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, intimou a Procuradoria-Geral da República e a defesa do ex-parlamentar para se manifestarem sobre vídeo gravado em evento nos Estados Unidos.
Na gravação, Eduardo mencionou que apresentaria conteúdos ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu durante a Conferência de Ação Política Conservadora.
Bolsonaro está cumprindo prisão domiciliar e tem como restrição acesso ao celular e às redes sociais, mesmo de terceiros. Em nota, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que não recebeu nenhum vídeo e que o ex-presidente está seguindo as regras.
Em resposta ao ministro, Eduardo classificou a medida como “esdrúxula”.






































É uma linha muito delgada a que Eduardo está seguindo. Provavelmente nada ou muito pouco acontecerá efetivamente. Gostaria muito de ler um artigo de Mary Anastasia O’Grady do WSJ o entrevistando. Isto mexeria mais com as opiniões da população americana e, aí sim, chegaria a ganhar força política. Enfim, Eduardo já conseguiu sensibilizar a Casa Branca, mas as prioridades com Irã, Europa e Israel são maiores.