Nesta segunda-feira, 23, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal (PF) a utilizar informações de um inquérito do STF para municiar um processo contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Moraes concedeu o acesso, depois de pedido da própria PF, com a chancela da Procuradoria-Geral da República.
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O juiz do STF citou precedente da Corte segundo o qual “inexiste óbice à partilha de elementos informativos colhidos no âmbito de inquérito penal para fins de instruir outro procedimento”.
Eduardo responde a um processo administrativo disciplinar (PAD), na PF, que apura improbidade administrativa. Isso porque Eduardo supostamente ameaçou e expôs servidores da PF na mídia, em julho de 2025, para “constrangê-los e intimidá-los”.
O ato ocorreu em meio às articulações de Eduardo com o governo Donald Trump para baixar sanções a autoridades brasileiras, entre elas, agentes da PF.
À época, o deputado vinha criticando a “perseguição judicial” a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Pano de fundo em processo sobre Eduardo Bolsonaro

Em linhas gerais, a PF, agora, poderá utilizar elementos obtidos do STF no PAD que mira a atuação de Eduardo nos EUA.
Por isso, o PAD vai ficar fortalecido com novas evidências. Em outra frente, a PF abriu um procedimento disciplinar por abandono de cargo
Leia também: “O inquérito da censura”, artigo publicado na Edição 314 da Revista Oeste
A banda podre do Xandão!
PF/GESTAPO, TODOS VCS, PÕEM AS BARBAS DE MOLHO E TB DURMAM DE TÔCA, POIS QUANDO O FLÁVIO BOLSONARO ASSUMIR A PRESIDÊNCIA, VCS CORRUPTISTAS VÃO PRA CUBA QUE OS PARIU.