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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em 13 de julho, que o Brasil não terá eleições presidenciais em 2030 se seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), for derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Ele argumentou que uma reeleição de Lula consolidaria um regime autoritário, com controle sobre o STF e o TSE. A declaração foi feita em resposta à decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu Flávio de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante 90 dias, devido à divulgação de uma carta.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, na última segunda-feira, 13, que o Brasil não terá eleições presidenciais em 2030 caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silvana disputa deste ano.
Em publicação no X, Eduardo sustentou que uma eventual reeleição do petista consolidaria um regime autoritário por meio do controle do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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“Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos Flávio Bolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando mais quatro juízes no STF. Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a quatro anos, com controle total do STF+TSE?”, escreveu o ex-parlamentar.
Eduardo reage à decisão de Moraes sobre Flávio
A manifestação foi publicada junto de uma notícia sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 90 dias. O ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar por determinação da Corte.
A restrição foi imposta porque Flávio divulgou uma carta escrita e assinada por Bolsonaro. No documento, o ex-presidente defende a união da direita em torno da pré-candidatura do senador à Presidência da República.
Segundo Moraes, a divulgação da carta configurou descumprimento da medida cautelar que impede Bolsonaro de se manifestar publicamente enquanto permanece em prisão domiciliar.
Verdade, se a esquerda permanecer no poder, será o fim, para futuras gerações.