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Política

'Esquerdogata' é autorizada a fazer exame de sanidade mental

A influenciadora responde à acusação de injúria racial contra policiais militares

esquerdogata
Em 2022, a Justiça condenou Aline Bardy Dutra por resistência e desobediência | Foto: Reprodução/ Redes sociais

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) autorizou Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, a realizar um exame de sanidade mental. A influenciadora responde à acusação de injúria racial contra policiais militares depois que a polícia a deteve embriagada em Ribeirão Preto, em outubro.

A decisão judicial ocorreu depois da solicitação da defesa, que teve a concordância do Ministério Público.

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O advogado Douglas Marques, que representa Aline, informou ao portal UOL que o exame busca “assegurar a correta apuração dos fatos”. O TJ-SP confirmou a autorização, porém a data do exame ainda não foi definida.

O Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo conduzirá a perícia com o objetivo de identificar se Aline possuía alguma condição mental que a impedisse de compreender a gravidade das ações no momento da prisão.

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Defesa alega que a “Esquerdogata” estava sob efeito de álcool e medicação

A defesa sustenta que o episódio resultou do consumo de álcool aliado ao uso de medicação controlada.

Douglas Marques afirmou que Aline faz uso regular de medicamentos controlados e enfrenta dependência alcoólica, motivo pelo qual encontra-se atualmente internada para tratamento.

O advogado reiterou que não houve crime por parte dela, especialmente quanto à injúria racial, e acrescentou que a influenciadora pretende “se retratar publicamente pela hostilidade com a qual tratou os militares envolvidos na ocorrência”.

Repercussão

O caso teve início quando Aline gravou a abordagem policial no centro de Ribeirão Preto em 25 de outubro.

Relatos oficiais apontam que ela teria proferido ofensas de cunho racial ao comentar a conduta dos policiais militares durante a ação.

Vídeos mostram a influenciadora questionando o número de seguidores dos policiais, dizendo que possui um milhão de seguidores, se declarando militante e chamando os agentes de “fascistinhas”.

Em determinado momento, afirmou: “Isso vai me fazer deputada federal, você sabia disso, né?”

Os policiais levaram Aline algemada à delegacia, onde foi autuada por desacato, resistência e preconceito de raça e cor. A polícia liberou Aline depois de audiência de custódia.

No episódio, chegou a comparar o salário dos policiais ao valor de seus pertences e questionou se eles já haviam visitado a Europa, dizendo ainda que não sabiam conjugar verbos.

“Esquerdogata” disse não lembrar do episódio

Depois de sair da prisão, Aline afirmou não se lembrar do ocorrido e disse que ficou emocionalmente abalada ao assistir aos vídeos do episódio.

Em 2022, a Justiça condenou Aline por resistência e desobediência, também em Ribeirão Preto, e o processo segue atualmente em fase de recurso.

Leia também: “Falta vergonha na cara”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 301 da Revista Oeste

Com mais de 770 mil seguidores no Instagram, Aline se apresenta como “comunicadora popular” e usa suas redes para comentar pautas políticas ligadas à esquerda, além de participar de transmissões ao vivo com outros influenciadores.

Ela ainda mantém uma loja virtual, onde comercializa itens como camisas e canecas com mensagens progressistas, incluindo produtos com a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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2 comentários
  1. Eduardo
    Eduardo

    Via de regra, o esquerdista é um imbecil. E os imbecís dominarão o mundo. Não porque sejam espertos ou inteligentes, mas porque são muitos.

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