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Política

Flávio Bolsonaro e Paulo Bilynskyj conversam sobre combate ao PCC e ao Comando Vermelho com representante do governo Trump

Delegação brasileira deve ir a Washington para tratar do avanço de facções criminosas

Flávio Bolsonaro e Paulo Bilynskyj querem denunciar facções ao governo de Donald Trump
Flávio Bolsonaro e Paulo Bilynskyj querem denunciar facções ao governo de Donald Trump | Foto: Deborah Sena

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado, e o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, se reuniram nesta segunda-feira, 5, com Ricardo Pita, representante do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A reunião teve como base um relatório de Inteligência elaborado pelo ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL-RJ). Segundo Flávio Bolsonaro, o documento delimita a expansão do poder das facções criminosas brasileiras e seu impacto nos Estados Unidos.

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“Na qualidade de presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado, solicitei, há alguns dias, uma reunião com alguma autoridade do governo norte-americano para tratar da pauta da segurança pública”, disse o senador.

Pita se comprometeu a mediar uma reunião com a cúpula de segurança do governo norte-americano para tratar do assunto. A data do encontro ainda será definida.

Flávio Bolsonaro comenta avanço das facções

Flávio Bolsonaro destacou a conexão de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) com organizações criminosas internacionais, incluindo o Hezbollah.

“Pedi ao governador Cláudio Castro um relatório de Inteligência sobre a expansão de grupos brasileiros ligados ao tráfico de drogas e armas, especialmente o CV e o PCC”, afirmou o parlamentar. “O relatório mostra a relação dessas facções com organizações como o Hezbollah. Solicitei essa reunião para apresentarmos, em Washington, quem são esses criminosos brasileiros, como eles lavam dinheiro e como seus tentáculos chegaram aos Estados Unidos.”

Sanções a Moraes

O parlamentar negou que a reunião tenha tratado de sanções ou intervenções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Ele também disse que a divulgação prévia, feita pelo deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), sobre uma reação trumpista a respeito da atuação do Judiciário, foi “uma coincidência” com a visita do chefe do departamento de sanções de Trump, David Gamble, ao Itamaraty.

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Casa Alta reforçou que não há compromissos marcados com Gamble para discutir punições ao ministro.

1 comentário
  1. Rosely M G Goeckler
    Rosely M G Goeckler

    Alerto para uma correção no segundo parágrafo: Cláudio Castro é governador (e não EX-governador)

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