Depois de a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitar providências para o encerramento do inquérito das fake news, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a continuidade das investigações. O inquérito, que desde 2019 apura ataques a ministros e foi ampliado para outros temas, permanece sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
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Durante a sessão especial pelos 135 anos do STF, nesta quinta-feira, 26, Mendes ressaltou a relevância histórica do inquérito. “Devo falar da importância histórica do inquérito das fake news. Vivemos esse momento dramático, convivemos com isso no início do governo Bolsonaro. Foi uma posição difícil a decisão do ministro Dias Toffoli, designando o ministro Alexandre de Moraes para essas funções. Não quero fazer a especulação do ‘se’ na história: o que seria do Brasil se não fosse o inquérito das fake news. Mas estou muito tranquilo, porque aqui apoiei desde o início.”
Preocupações institucionais e ampliação do inquérito
Manifestação da OAB ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, expressou “extrema preocupação institucional com a permanência e a conformação jurídica de investigações de longa duração”. A entidade destacou que, embora o início do inquérito tenha ocorrido em situação excepcional e por iniciativa do próprio Supremo, a continuidade precisa seguir limites constitucionais, mostrando apreensão com o alargamento de seu escopo.
O tema voltou ao debate público depois de a Polícia Federal realizar ação contra quatro funcionários da Receita Federal suspeitos de acessar e fazer vazarem informações fiscais de ministros do STF e familiares. Segundo o Supremo, a nova petição foi vinculada preventivamente ao inquérito das fake news.
Troca de críticas entre Gilmar Mendes e Sergio Moro
No mesmo evento, Gilmar Mendes ironizou o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), ao criticar a atenção da imprensa sobre o Supremo. O ministro afirmou que um observador externo poderia concluir que todos os problemas do país se concentram na Corte. Mendes também questionou a ausência de autocrítica de veículos de imprensa que apoiaram a Operação Lava Jato, mesmo depois de decisões judiciais sobre excessos cometidos.
O ministro afirmou ainda que “jornalistas importantes” atuaram como ghostwriters para o ex-juiz da Lava Jato e provocou: “Precisava de ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra ‘tigela'”, disse Gilmar Mendes.
Pelas redes sociais, Sergio Moro respondeu que Gilmar Mendes “quer desviar a atenção da opinião pública” sobre uma matéria da revista The Economist que, segundo ele, retratou o ministro negativamente. “Devia falar sobre ela e não sobre bobagens”, afirmou o senador.
Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste





































Gilmar Mendes faz parte da banda podre junto com Moraes, Toffoli e Dino, desmoralizam a Instituição. UM LAMAÇAL.
patifaria total ..
SE ESSE INQUÉRITO ESPÚREO CAIR ELE SABE QUE VAI JUNTO… SIMPLES ASSIM !
Total ! Não acaba
Esse boca mole é outro que deve ser investigado junto com os outros dois