O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que as cotas de 50% das vagas nas universidades públicas equivale a uma “reforma agrária” no ensino superior. A declaração ocorreu neste sábado, 18, durante encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com alunos da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), em São Bernardo do Campo (SP).
Ele afirmou que reservar metade das vagas para alunos de escolas públicas representou uma transformação estrutural. “Isso equivale a fazer uma reforma agrária inteira no ensino superior brasileiro”, exaltou. “É você dividir com justiça. O aluno da escola particular não podia reclamar que ele ia ficar com menos, porque a gente já tinha dobrado o número de vagas.”
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Ex-ministro da Educação entre 2005 e 2012, ele afirmou que as políticas implementadas nos governos petistas promoveram “a maior transformação da história da educação superior brasileira”.
Universidade “mudou de cor” e ficou “mais inteligente”, diz Haddad
Durante o evento, Haddad afirmou que a universidade brasileira “mudou de cor” com a entrada de estudantes negros e de escolas públicas. “Antigamente, a gente só via as pessoas negras trabalhando como funcionário da escola”, continuou. “Raramente como professor, raramente como estudante”, declarou. Segundo ele, “hoje, você entra numa universidade pública, e você vê que ela mudou de cor, ela é mais brasileira”.
O ministro disse ainda que a qualidade das instituições públicas melhorou com a inclusão social. “Quem fazia escola particular, em geral, conseguia uma vaga na universidade pública, porque tinha pouca vaga”, afirmou. “E o estudante que fazia escola pública, quando muito, entrava numa escola particular.”
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Haddad também citou a reformulação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que substituiu os vestibulares tradicionais pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Segundo ele, a mudança ampliou o acesso e permitiu que candidatos disputassem vagas em universidades de todo o país com uma única nota. “Hoje o filho do trabalhador chega à universidade pública. Isso é uma revolução silenciosa que mudou o Brasil”, disse.
O evento contou ainda com a presença dos ministros Camilo Santana (Educação), Luiz Marinho (Trabalho) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário).
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Senhor ministro! Isso tá errado, não pode, parece criança. Eu hein.
Terras e universidades continuarão improdutivas.
Muitos assentados vivendo no ócio , muitos recém formados também no ócio, desempregados por incapacidade ou pior , no mercado de trabalho, cometendo erros sérios por formação insuficiente desde o e sino primário.
A política que trata dessas questões produzem mais problemas do que bons resultados.
O ensino superior brasileiro é um lixo. O nível intelectual do estudante universitário é decepcionante, sendo um número grande analfabetos funcionais. Dá medo colocar o filho numa universidade pública brasileira, porque, como a maioria, será transformado num jumento militante, incapaz de pensar criticamente.
O ministro da fazenda que tem Mestrado ou Doutorado na excrescência chamada Marx.
O ministro naoseidoquê está totalmente equivocado ,pra variar. O ensino superior deveria ser um” plus ” na Educação . No ensino fundamental e médio seria o lugar onde essas cotas deveriam ser aplicadas , em 100% das escolas . E no ensino superior , bolsas , nada de gratuidade , porque teria que ser obrigatório o aluno especializar se nas sequências de ensino anteriores .
Será que esse dotô se comporta assim, por convicção, ou para agradar o energúmeno chefe?
Não importa o que seja, o cara é uma anta juramentada….