O ex-deputado federal e ex-diretor da Agência de Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem teve a primeira imagem sob custódia divulgada pelo Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE, sigla em inglês) nesta segunda-feira, 13, na Califórnia, nos Estados Unidos.
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A Polícia Federal (PF) informou que a detenção ocorreu por situação migratória irregular. Já o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que agentes abordaram Ramagem por uma infração de trânsito e negou qualquer relação com pedido de extradição.

Eduardo, que reside nos EUA, disse que Ramagem mantém status migratório regular e aguarda análise de um pedido de asilo. Ele explicou que o processo costuma levar tempo, mas destacou haver “boa expectativa” de deferimento.
A PF, no entanto, declarou que “a prisão decorreu de uma cooperação policial internacional” entre a corporação e “autoridades policiais dos EUA”. O órgão também afirmou que “o preso é considerado foragido da Justiça brasileira”.
PL pede asilo para Ramagem e aponta motivação política
O Partido Liberal (PL) informou, na noite de segunda-feira, que protocolou pedido de asilo político para Ramagem na Embaixada dos EUA.
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Parlamentares do partido afirmaram que Ramagem não voltou ao Brasil porque se considera um “perseguido político”. O senador Jorge Seif (PL-SC) enviou o pedido à embaixada norte-americana. Segundo ele, o caso envolve riscos à segurança jurídica e levanta dúvidas sobre possível perseguição política.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes chegou a solicitar a extradição de Ramagem para cumprir a pena no Brasil. Porém, a detenção do ex-diretor da Abin não tem nenhuma relação com o evento.






































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