Neste domingo, 7, a primeira-dama Janja da Silva usou uma camisa branca com uma calça amarela, em contraste com o vestido vermelho utilizado em 2023.
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A mudança no guarda-roupa ocorre no momento em que o governo adota o lema “Brasil soberano”, em virtude de suposta interferência indevida dos Estados Unidos.
Oeste apurou com interlocutores do Planalto que a ausência do vermelho, cor histórica do PT, reforça a narrativa do palácio de um evento “menos partidarizado”.

Sem Janja no 7 de Setembro do ano passado
Em 2024, a primeira-dama não prestigiou a cerimônia, por estar em um evento no exterior.
A primeira-dama foi ao Catar, a convite da xeica Mozha bin Nasser al-Missned, para participar da 5ª Celebração do Dia Internacional Para Proteger a Educação de Ataques.
“O convite foi feito em reconhecimento à voz ativa de Janja em relação ao conflito na Faixa de Gaza e suas consequências para a população civil, principalmente crianças e mulheres”, comunicou a assessoria de Janja.
Leia também: “As Janjas do planeta”, reportagem de Eliziário Goulart Rocha publicada na Edição 276 da Revista Oeste






































A presença desta senhora desprezível, é tão irrelevante quanto dispensável.
Nem “Gostei”, nem “Não Gostei”. Tanto faz. O que esse pessoal da ilha da fantasia faz por lá não tem nada de Brasil. O evento é “menos politizado” mas se refere a “brasil dos brasileiros; cop 30 e novo PAC, brasil do futuro”. Isso é comemorar a Independência ou fazer propaganda política?