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Política

Leia na íntegra o discurso de Barroso em defesa de Moraes

O presidente da Corte abriu os trabalhos do Judiciário nesta sexta-feira, 1º

Luís Roberto Barroso, presidente do STF - 1º/8/2025 | Foto: Reprodução/YouTube
Luís Roberto Barroso, presidente do STF - 1º/8/2025 | Foto: Reprodução/YouTube

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, saiu em defesa de Alexandre de Moraes, relator do processo da suposta “trama golpista”, na sessão desta sexta-feira, 1º, durante a reabertura dos trabalhos do Judiciário.

Moraes foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos (EUA) com a Lei Magnitsky, usada contra estrangeiros que violam os direitos humanos. O juiz do STF terá dificuldades com transações financeiras, inclusive, uso de cartões de crédito. Além disso, se o magistrado possuir bens no exterior, eles serão bloqueados, em virtude da medida. Moraes se tornou o primeiro brasileiro alvo da lei norte-americana. Há poucos dias, ele também teve o seu visto de entrada nos EUA cancelado.

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Conforme Barroso, o julgamento dos réus da ação penal da tentativa de “ruptura institucional” ocorrerá “sem interferência, venha de onde vier”. O presidente do STF, contudo, não citou nominalmente Donald Trump, responsável por baixar o ato.

“Nós somos um dos poucos casos no mundo em que um tribunal, ao lado da sociedade civil, da imprensa e de parte da classe política, conseguiu evitar uma grave erosão democrática. Sem nenhum abalo às instituições. Em meio a muita incompreensão, contribuímos decisivamente para preservar a democracia. E, como gosto sempre de lembrar, a democracia tem lugar para todos: conservadores, liberais e progressistas. Ninguém tem o monopólio da virtude ou do amor ao Brasil”, declarou.

Leia o discurso de Barroso em prol de Moraes, na íntegra:

Leia também: “O tirano do Brasil”, reportagem publicada na Edição 280 da Revista Oeste

2 comentários
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Quando esse calhorda diz que tudo está sendo feito “sem nenhum abalo às instituições”, só resta perguntar de que país ele está falando. Ele e seus colegas da corja do STF, liderados pelo Amoral, teem violado a Constituição, as Leis e tudo mais. O próprio processo em andamento há anos é ilegal, inconstitucional e contraria TUDO em termos de Constituições e das Leis em vigor.
    E esse paspalho, que teve o descaramento de mostrar publicamente a sua falta de isenção ao declarar “nós derrotamos o bolsonarismo”, se estivesse num país sério, já teria sido defenestrado do cargo, da função.
    Aliás, da mesma forma que se estivéssemos num país sério, o Amoral, depois de mostrar o dedo para o público que o vaiava, deveria perder o cargo e função imediatamente.

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