O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, saiu em defesa de Alexandre de Moraes, relator do processo da suposta “trama golpista”, na sessão desta sexta-feira, 1º, durante a reabertura dos trabalhos do Judiciário.
Moraes foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos (EUA) com a Lei Magnitsky, usada contra estrangeiros que violam os direitos humanos. O juiz do STF terá dificuldades com transações financeiras, inclusive, uso de cartões de crédito. Além disso, se o magistrado possuir bens no exterior, eles serão bloqueados, em virtude da medida. Moraes se tornou o primeiro brasileiro alvo da lei norte-americana. Há poucos dias, ele também teve o seu visto de entrada nos EUA cancelado.
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Conforme Barroso, o julgamento dos réus da ação penal da tentativa de “ruptura institucional” ocorrerá “sem interferência, venha de onde vier”. O presidente do STF, contudo, não citou nominalmente Donald Trump, responsável por baixar o ato.
“Nós somos um dos poucos casos no mundo em que um tribunal, ao lado da sociedade civil, da imprensa e de parte da classe política, conseguiu evitar uma grave erosão democrática. Sem nenhum abalo às instituições. Em meio a muita incompreensão, contribuímos decisivamente para preservar a democracia. E, como gosto sempre de lembrar, a democracia tem lugar para todos: conservadores, liberais e progressistas. Ninguém tem o monopólio da virtude ou do amor ao Brasil”, declarou.
Leia o discurso de Barroso em prol de Moraes, na íntegra:
Leia também: “O tirano do Brasil”, reportagem publicada na Edição 280 da Revista Oeste






































Quando esse calhorda diz que tudo está sendo feito “sem nenhum abalo às instituições”, só resta perguntar de que país ele está falando. Ele e seus colegas da corja do STF, liderados pelo Amoral, teem violado a Constituição, as Leis e tudo mais. O próprio processo em andamento há anos é ilegal, inconstitucional e contraria TUDO em termos de Constituições e das Leis em vigor.
E esse paspalho, que teve o descaramento de mostrar publicamente a sua falta de isenção ao declarar “nós derrotamos o bolsonarismo”, se estivesse num país sério, já teria sido defenestrado do cargo, da função.
Aliás, da mesma forma que se estivéssemos num país sério, o Amoral, depois de mostrar o dedo para o público que o vaiava, deveria perder o cargo e função imediatamente.
“Perdeu mané, não amola…”
velvet mouth