Uma transação imobiliária realizada em março de 2024 colocou o então ministro da Justiça do governo Lula, Ricardo Lewandowski, no centro de discussões, depois da compra de uma residência de Alan de Souza Yang, conhecido como China, por R$ 9,4 milhões.
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O imóvel, localizado em um condomínio fechado na zona sul de São Paulo, tornou-se alvo de bloqueio judicial apenas um mês depois do negócio. O ocorrido foi parte de investigações da Polícia Federal (PF) sobre sonegação bilionária no setor de combustíveis.
A casa, com 777 metros quadrados, já havia passado por outras negociações recentes. Em dezembro de 2023, o pai de China, também investigado pela PF, vendeu a propriedade à nora, Anajá de Oliveira Santos Yang, por R$ 4 milhões. A transferência foi formalizada em fevereiro de 2024, e, logo em seguida, a empresa Eryal Empreendimentos e Participações, pertencente à família Lewandowski, adquiriu o imóvel, mediante pagamento à vista.
Histórico de investigações e movimentações financeiras
No momento da compra, Alan de Souza Yang já era alvo antigo de apurações por adulteração e evasão fiscal em combustíveis. Em 2025, ele passou a ser alvo no âmbito da Operação Carbono Oculto, que apura lavagem de dinheiro e sonegação de R$ 52 bilhões, supostamente com participação de outros empresários ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Documentos da Receita Federal mostram que, embora China declarasse rendimentos modestos, grandes somas circulavam nas contas da mulher, envolvida em mais de 30 empresas.
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Lewandowski explicou ao jornal O Estado de S. Paulo que a decisão de adquirir a residência ocorreu logo depois de sua posse como ministro, priorizando a segurança de um condomínio fechado.
O ex-ministro da Justiça relatou que conheceu os vendedores apenas no momento da compra, intermediada por um corretor. Segundo o político, todas as certidões e os documentos apresentados atestavam a situação regular do imóvel. Ele afirmou não saber das investigações sobre China, pois os processos tramitavam sob sigilo de Justiça.
Esclarecimentos de Lewandowski e situação da propriedade

O valor pago, segundo Lewandowski, refletiu o preço de mercado. Ele também declarou estar buscando a regularização da situação e admitiu a possibilidade de devolver o imóvel e ser ressarcido, já que nunca pôde ser reconhecido formalmente como proprietário.
“O preço pago foi o valor de mercado”, disse o ex-ministro. Lewandowski destacou ainda que não mantinha contato prévio com os vendedores e que a aquisição foi feita de boa-fé, conforme declarou ao Estadão.
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Registros mostram que, até dezembro de 2024, Lewandowski detinha R$ 2,1 milhões em capital na Eryal, empresa aberta em 2016 e que administra outros imóveis residenciais e comerciais. Posteriormente, ele transferiu sua participação aos filhos, mantendo o usufruto dos bens.
Sairão todos impunes e milionários, é nisso que o Brasil se transformou.
No mundo do crime o chefão não deixa barato a quem não paga ou cumpre com o combinado , penso que quando os intermediários de aplicação no Banco Master do dinheiro da bandidagem não mais tiverem como devolver vamos ter diariamente notícias de muitos espertinhos partindo prá terra do pé junto. E que chegue também pra quadrilha petralha.
CHEIRA A PCC….
Que vergonha, além de puxa saco de Lula , chegou nas páginas policiais.
Ratazana tentou aproveitar-se da situação e foi descoberta.
Cada enxadada é uma minhoca.
O ministro da justiça, não sabia que o dono da casa que ele estava comprando , estava sendo investigado pela PF por sonegação fiscal bilionária !
Ahhhh, o ministro da justiça !
Ahhhhh, conta outra.
😡😡😡😡
Mentem como se todos nós fossemos asnos do PT.