Em um cenário de disputa eleitoral, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva destinou R$ 403,2 bilhões em programas sociais previstos para 2026, ano em que o presidente busca a reeleição. A estratégia mira ampliar o alcance de políticas públicas para diferentes segmentos da sociedade, conforme levantamento do Poder360.
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Os recursos contemplam desde iniciativas voltadas à população de baixa renda, como o Bolsa Família, com R$ 158,6 bilhões, e Farmácia Popular, com R$ 6 bilhões, até programas como o Gás do Povo, que recebeu R$ 4,7 bilhões. Lula também relançou projetos dos primeiros mandatos, buscando resgatar marcas do passado.
Alcance dos programas sociais e impacto na sociedade
Setores da classe média são beneficiados por ações como Minha Casa, Minha Vida e Reforma Casa Brasil, voltadas à compra da casa própria e à melhoria de moradias. O empresariado conta com linhas de crédito na Nova Indústria Brasil e com apoio à exportação por meio do Brasil Soberano, que pretende compensar o impacto do aumento de tarifas dos EUA em 2025.
Entre os beneficiários, destacam-se 27 milhões de pessoas no Farmácia Popular, 19,9 milhões de famílias no Bolsa Família, 16 milhões com isenção do Imposto de Renda, 15 milhões no Gás do Povo, 14,1 milhões com liberação do FGTS, 4 milhões no Pé-de-Meia e 127 mil famílias no Minha Casa, Minha Vida.
Desafios de comunicação e reação popular
Apesar do investimento, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil com desconto para salários até R$ 7,3 mil ainda não surtiu o efeito eleitoral esperado, mesmo depois de dois meses de vigência e forte campanha de divulgação.
No dia 23 de março, o governo enviou mensagens via WhatsApp para 8 milhões de beneficiários do Gás do Povo, em que reforça a comunicação das ações. Ainda assim, pesquisas mostram que a popularidade do presidente não melhorou.
Segundo levantamento do PoderData divulgado em 25 de março, 61% dos entrevistados desaprovam Lula, o maior índice desde março de 2024. O porcentual dos que classificam o governo como “ruim” ou “péssimo” chegou a 51%, 7 pontos acima do registrado em janeiro de 2026.
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Claro que pelo menos 90% do dinheiro será desviado e embolsado pela corja do Partido dos Traficantes, né? Os marginais são extremamente profissionais e competentes para roubar! Nisso são imbatíveis!
Pois é, os eleitores não são surdos, mudos e alienados como costumavam ser. Não dá para tapar o sol com a peneira com tantos escândalos e blindagens para proteger os familiares e amigos… tudo foi escancarado e, certamente, milhões e milhões de brasileiros nunca mais venderão o voto por uma bolsa miséria qualquer.
Vagabo