A Polícia Federal (PF) cumpriu, no começo da noite desta quarta-feira, 20, mandado de busca pessoal e de apreensão de celulares contra o pastor Silas Malafaia no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.
A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da Petição nº 14129, que apura tentativa de obstrução de Justiça relacionada à investigação sobre suposta tentativa de golpe de Estado.
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Além da apreensão de aparelhos, Malafaia foi alvo de medidas cautelares. Entre as determinações impostas pelo STF estão a proibição de deixar o país e a proibição de manter contato com outros investigados. Essas restrições foram solicitadas pela PF, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O pastor, que é o líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi abordado por agentes federais assim que desembarcou de um voo proveniente de Lisboa. Depois da ação, ele foi conduzido para as dependências do aeroporto, onde prestou depoimento à PF.
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Malafaia é citado em parecer da PGR
A medida ocorre em meio à tramitação da Ação Penal nº 2668, em que o ex-presidente Jair Bolsonaro é réu sob acusação de envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo parecer da PGR, a PF reuniu diálogos e publicações que sugerem a participação de Malafaia em atos de pressão e interferência na investigação.
No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que Malafaia “aparece como orientador e auxiliar das ações de coação e obstrução promovidas pelos investigados Eduardo Bolsonaro e Jair Bolsonaro“.
Gonet acrescentou que “impõe-se concluir que estão associados no propósito comum, bem como nas práticas dele resultante, de interferir ilicitamente no curso e no desenlace da Ação Penal n. 2668, em que o ex-presidente figura como réu”.
No começo do mês, em 3 de agosto, Malafaia discursou em ato realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, intitulado “Reaja Brasil”. O evento reuniu políticos de direita e teve como bandeiras “o fim da censura, a defesa da liberdade de expressão e o avanço do projeto anistia já”.
Leia também: “A ofensiva da censura”, reportagem de Branca Nunes publicada na Edição 141 da Revista Oeste








































O problema dos protestos do malafaia é ele não lutar a favor de liberacao da maconha, se tivesse uma faixa assim lá ele estaria tranquilo, e se ele botasse alguem enfiando um crucifixo no toba aí ele ganharia até incentivo da rouabett e aeria patrocinado pelo governo de Sao Paulo
Os que aplaudem as ilegalidades, também terão a sua vez. Não há mal que dure para sempre! Pixuleco tambem acaba!
Agora a PF faz busca e apreensão sem ter o nome do mandante…. Sei.