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Política

Manifestação: AGU obtém bloqueio de bens de 40 pessoas

Até o momento, 92 pessoas e sete empresas tiveram o patrimônio bloqueado por suspeita de financiar ou participar dos atos de 8 de janeiro

AGU bloqueio de bens
Mais de R$ 4 milhões que pertencem aos manifestantes foram bloqueados | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Justiça Federal do Distrito Federal (JF-DF) o bloqueio de bens de 40 manifestantes presos por depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro.

O objetivo é ressarcir os cofres públicos, em caso de condenação definitiva dos envolvidos. Ao todo, 92 pessoas e sete empresas estão com o patrimônio bloqueado por financiar ou participar da manifestação.

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Nas ações, a AGU argumenta que todos os envolvidos, financiadores ou depredadores, devem responder pelo prejuízo causado ao patrimônio público. Até o momento, as cifras somam R$ 18,5 milhões. Mais de R$ 4 milhões que pertencem aos manifestantes foram bloqueados.

Na decisão, o juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro sustenta que a União identificou “fortes indícios de que os referidos réus tenham participado dos atos e das manifestações que culminaram na invasão e na depredação multitudinária das sedes oficiais dos Três Poderes da República, razão por que é absolutamente plausível a tese da União de que eles concorreram para a consecução dos vultosos danos ao patrimônio público, sendo passíveis, portanto, da bastante responsabilização civil”.

Ainda há um terceiro pedido de bloqueio de bens movido pela AGU, proposto na sexta-feira 27, que abrange outros 42 presos.

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3 comentários
  1. Almanakut Brasil
    Almanakut Brasil

    SÃO TODOS LADRÕES DO MENSALÃO, TRENSLÃO, PETROLÃO E DAS MILHARES AÇÕES DE CORRUPÇÃO NA PARTE MAIS PODRE DA HISTÓRIA DO BRASIL.

  2. Otário Subjugado
    Otário Subjugado

    Como seria bom se esses zelosos representantes da lei agissem também com tanta rapidez e energia contra os criminosos que dominam esse país. Nos casos de explosivos contra agências bancárias e empresas de transporte de valores, por exemplo, nunca a (in)justiça cobrou os danos provocados pelas quadrilhas. E nunca foram enquadrados como terroristas. Prender pé de chinelo é muito mais fácil.

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