Médico quer cancelar atestado e advogado Marconny Faria deve depor amanhã na CPI da Covid

Vice-presidente da CPI disse que médico teria notado 'uma simulação por parte do paciente'
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Vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues | 
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues | Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Após uma reviravolta, o advogado Marconny Faria, apontado pela CPI da Covid como lobista da Precisa Medicamentos, deve prestar depoimento à comissão nesta quinta-feira, 2.

Inicialmente, a defesa dele havia informado que o cliente não poderia depor, pois tinha um atestado de 20 dias do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por apresentar “dor pélvica”. Em 20 dias a CPI já deve ter encerrado os trabalhos.

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Segundo o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o médico que concedeu o atestado entrou em contato com a comissão informando que deseja cancelar o documento, pois teria notado “uma simulação por parte do paciente”.

Mensagens obtidas em investigação do Ministério Público Federal do Pará, em posse da CPI, mostram que Faria encaminhou um passo a passo para fraudar uma disputa de dispensa de licitação do Ministério da Saúde ao ex-secretário da Anvisa José Ricardo Santana.

Ao receber a notícia do atestado de 20 dias, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), chegou a ligar para o diretor do Sírio-Libanês, com a sessão da CPI em andamento, para pedir informações. “Termina a CPI e eu não ouço a pessoa”, pontuou.

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