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Política

Michelle: prisão de Maduro é recado para 'ditadores disfarçados de democratas'

Em nota do PL Mulher, ex-primeira-dama afirma que operação dos EUA marca o 'começo do fim' do regime venezuelano

Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro discursa durante evento do PL Mulher | Foto: Partido Liberal/Divulgação
A ex-primeira-dama também aproveitou para manifestar apoio às ações do presidente norte-americano, Donald Trump | Foto: Divulgação/Partido Liberal

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, em nota pública divulgada pelo PL Mulher neste sábado, 3, que a prisão de Nicolás Maduro representa um recado a “ditadores disfarçados de democratas”. Segundo o texto, a ação conduzida pelos Estados Unidos na Venezuela marca o “começo do fim” do regime no país.

Na manifestação, Michelle declarou solidariedade ao “povo de bem venezuelano” e afirmou que, “graças aos esforços norte-americanos”, a população estaria “assistindo o começo da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país”.

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A manifestação afirma ainda que a operação executada por forças de segurança norte-americanas representa o “começo do fim” de um regime que impôs “sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos”, com impactos mais severos sobre mulheres e crianças. Michelle relata que “milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências”, inclusive sexuais, enfrentadas durante a fuga do país.

A nota atribui o regime a Hugo Chávez e a Maduro, descritos como “amigos próximos do atual presidente do Brasil” e “membros do Foro de São Paulo”.

Michelle: prisão de Maduro é aviso para outros países

A nota menciona a atuação de governantes de países vizinhos e critica “a cumplicidade de alguns governantes”. Em seguida, recorre a uma frase atribuída a Winston Churchill, segundo a qual “o preço da grandeza é a responsabilidade”, para sustentar que líderes e pessoas públicas não devem fugir de seus deveres.

Com base nesse argumento, o texto afirma que, quando “as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários” e o povo se encontra “sequestrado” por ditadores, o apoio de nações estrangeiras pode se tornar “a única solução viável”. Segundo a nota, “ontem, esse apoio se materializou na Venezuela”.

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A manifestação amplia então o alcance da operação ao descrevê-la como um aviso a líderes de outros países que, de acordo com o documento, tentariam reproduzir o “modus operandi de Maduro”. Entre as práticas citadas estão o favorecimento a traficantes, o cerceamento de liberdades, a imposição gradual de medidas ditatoriais e a cooptação de autoridades.

Nesse contexto, o texto apresenta uma mensagem direta: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a ‘Barba’ de molho!”. A nota se encerra com uma oração e pede que os envolvidos “deponham as armas e se entreguem pacificamente” para evitar derramamento de sangue e possibilitar uma “transição pacífica e legítima de poder”.

Leia também: “A América sempre reage”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 242 da Revista Oeste

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