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Política

Mourão rejeita Jorge Messias no STF e aponta militância petista

Senador afirma que o atual advogado-geral da União carece de imparcialidade para assumir cadeira na Suprema Corte

O atual senador e ex-vice-presidente Hamilton Mourão durante o seu podcast 'Bom dia, Mourão' | Foto: Reprodução/YouTube
O atual senador e ex-vice-presidente Hamilton Mourão durante o seu podcast 'Bom dia, Mourão' | Foto: Reprodução/YouTube

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) anunciou que votará contra a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao portal R7, o ex-vice-presidente afirmou que o atual advogado-geral da União não possui condições para ocupar a vaga aberta por Luís Roberto Barroso. Mourão recusou-se inclusive a receber o indicado em seu gabinete.

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O parlamentar justifica o veto pela proximidade de Messias com o governo. “Ele tem uma militância política em favor do Partido dos Trabalhadores, o que poderia resultar numa falta de imparcialidade para atuar como magistrado”, declarou Mourão. Para o senador, o indicado deveria ter recusado a nomeação logo que o convite foi feito: “Considero que ele não tem condições para ser ministro da Suprema Corte”.

Sabatina e relatório favorável

Apesar da resistência da oposição, o cronograma para a chegada de Messias ao STF avança no Senado. O relator do caso, senador Weverton (PDT-MA), prometeu entregar um parecer favorável ao nome do advogado na quarta-feira 15. Weverton elogiou o currículo do indicado e afirmou que ele preenche todos os requisitos para o cargo.

As datas foram acertadas depois de reuniões entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA). A sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deve ocorrer no dia 29. O governo trabalha para garantir a aprovação sem sobressaltos no colegiado.

Jorge Messias precisa de pelo menos 41 votos no plenário do Senado para ser confirmado como novo ministro. Antes disso, ele enfrentará os questionamentos dos senadores na CCJ e passará por uma votação interna no grupo. Mourão reforçou que sua decisão é definitiva e que nenhuma conversa com o atual AGU mudará sua convicção sobre a falta de independência do candidato.

Leia também: “PT condiciona reeleição de Lula a alianças estaduais”

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6 comentários
  1. ENOKIBARA
    ENOKIBARA

    Será aprovado. Essas sabatinas não servem para nada…

  2. David S
    David S

    Com esse treco chamado Senado Federal, não há esperança.
    O país vai ter que suportar mais uma porcaria, desprovido do famoso saber jurídico, que não passa de um menino de recados.
    Viva a incompetência, viva.
    Né, Bessias…….

  3. Mario Jorge Sampaio
    Mario Jorge Sampaio

    Mas, esse indivíduo ainda está vivo? Figura decepcionante….

  4. Marcos Aurélio Camilotti
    Marcos Aurélio Camilotti

    Com o Bessias ( assim Dilma o chamava) o stf vai se apequenando e deixando o pais na mao de notorios ( nao notaveis) picaretas.

  5. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    O MOURÃO?????? Achava que tinha deixado o Senado. Simplesmente escondido?

  6. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Esse Weverton, por si só, sequer deveria ser relator dessa farsa. Nunca passou de ser um oportunista. Quantro terá recebido para fazer esse relatório favoravel? Onde essa mula vê imparcialidade, notável saber jurídico nessa outra mula?

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