Petrobras vai submeter nome de Paes de Andrade à governança interna

Cúpula da empresa também pediu que sejam enviadas indicações dos demais sete membros para o Conselho de Administração
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Pedido de CPI será apresentado na Câmara | Foto: André Motta de Souza/Agência Petrobras
Pedido de CPI será apresentado na Câmara | Foto: André Motta de Souza/Agência Petrobras

O Conselho de Administração da Petrobras anunciou nesta quarta-feira, 25, que a indicação de Caio Mario Paes de Andrade para ser presidente da companhia será submetida ao processo de governança interna.

Segundo o Conselho, será observada a Política de Indicação de Membros da Alta Administração, para a análise dos requisitos legais e de gestão e integridade e posterior manifestação do Comitê de Pessoas da empresa.

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Entre o critério da Política de Indicação de Membros da Alta Administração está “ter formação acadêmica compatível com o cargo para o qual foi indicado”. Ele tem formação em comunicação social pela Universidade Paulista, pós-graduação em administração e gestão pela Universidade de Harvard e é mestre em administração de empresas pela Universidade Duke, nos Estados Unidos.

A cúpula da Petrobras também pediu que sejam enviadas indicações dos demais sete membros para o Conselho de Administração, para que haja a manifestação do Comitê de Pessoas acerca do enquadramento dos indicados aos requisitos e às vedações legais, regulamentares e estatutárias.

A avaliação do nome de Caio para presidir a Petrobras e dos novos integrantes do Conselho será realizada por meio de uma Assembleia-Geral Extraordinária (AGE).

“Após as mencionadas etapas, o Conselho se reunirá novamente para deliberar sobre a convocação da AGE com as seguintes matérias: (i) destituição do Sr. José Mauro Ferreira Coelho do cargo de membro do Conselho de Administração da Petrobras, a qual, se aprovada, demandará (ii) a eleição de 8 (oito) membros do Conselho de Administração da Petrobras e (iii) a eleição do Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.”

A nota divulgada pela Petrobras mostra que a Assembleia-Geral Extraordinária só será convocada quando esses currículos forem avaliados e aprovados. E que, entre a convocação e a data efetiva da assembleia, será preciso aguardar um prazo de pelo menos 30 dias.

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